Marina agrega outro adjetivo à sua história política: golpista

Ela não tem cara de golpe paraguaio, que é parlamentar. É sujo e violento, mas tem o verniz, ao menos, de uma participação popular, via seus representantes no congresso. Marina tem cara de golpe hondurenho, que é ainda mais ardiloso e mais antidemocrático: o golpe judicial

Candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil, Marina Silva cumpre agenda em São Paulo. Na foto Marina Silva durante bate papo com empreendedores na Escola São Paulo.
São Paulo
16/09/2014
Fotos Vagner Campos
Candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil, Marina Silva cumpre agenda em São Paulo. Na foto Marina Silva durante bate papo com empreendedores na Escola São Paulo. São Paulo 16/09/2014 Fotos Vagner Campos (Foto: Miguel do Rosário)
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É incrível.

Marina Silva é sempre capaz de nos surpreender com o tipo mais desprezível de trairagem.

Quando o país começa a respirar com a possibilidade de retomar o crescimento e vencer o processo de instabilidade política insuflado pelo golpismo de Eduardo Cunha e seus cúmplices na mídia e no parlamento, vem Marina Silva apostar em mais instabilidade e em mais golpe.

É a cara de Marina apoiar cassação da Dilma no TSE.

Ela não tem cara de golpe paraguaio, que é parlamentar. É sujo e violento, mas tem o verniz, ao menos, de uma participação popular, via seus representantes no congresso.

Marina tem cara de golpe hondurenho, que é ainda mais ardiloso e mais antidemocrático: o golpe judicial.

A coisa é mais grave porque Marina participou do processo eleitoral, e quase ganhou, não fosse tão inconsistente e tão fraca, curvando-se ao Pastor Malafaia ao primeiro embate.

Com Marina, não teríamos podido vencer, como vencemos até o momento, a onda de leis reacionárias que Eduardo Cunha tentou impingir ao país desde sua posse.

Além de ressentida e traíra, Marina agrega outro qualificativo à sua história política.

Golpista.

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