Mexer na CLT, nem que a vaca tussa

Marina Silva, que virou candidata à sucessão presidencial pelo PSB, defende o estado mínimo – mínimo para a classe trabalhadora, é claro

Marina Silva, que virou candidata à sucessão presidencial pelo PSB, defende o estado mínimo – mínimo para a classe trabalhadora, é claro
Marina Silva, que virou candidata à sucessão presidencial pelo PSB, defende o estado mínimo – mínimo para a classe trabalhadora, é claro (Foto: Francisco Chagas)

Marina Silva, que virou candidata à sucessão presidencial pelo PSB, defende o estado mínimo – mínimo para a classe trabalhadora, é claro.

Aliada aos conservadores, Marina representa hoje a direita raivosa e quer acabar com conquistas e ampliação de direitos dos trabalhadores. Essa elite não engole as conquistas dos trabalhadores e da sociedade.

Marina é a favor da terceirização e precarização do trabalho, como está escrito na página 75 do seu programa de governo: "...terceirização de atividades leva a maior especialização produtiva,a maior divisão do trabalho e, consequentemente, a maior produtividade das empresas... ."

Sua equipe econômica defende acabar com avanços e conquistas da classe trabalhadora nos governo da presidenta Dilma e de Lula, como a política de valorização do salário mínimo, a correção da tabela do Imposto de Renda, geração de mais de 20 milhões de empregos, instituição do sistema de inclusão previdenciária para trabalhadores de baixa renda, Vale Cultura, isenção de IR até o limite de R$ 6 mil a PLR, aprovação da Emenda Constitucional que estende aos empregados domésticos os mesmos direitos dos trabalhadores urbanos e da que expropria propriedades urbanas e rurais onde for encontrado trabalho escravo ou análogo a escravidão

São conquistas que os conservadores de parte da mídia e do empresariado não engolem e há doze anos tentam barrar ou impedir que continuem. A judicialização e demonizaçao da política é parte ativa desta tática de desconstrução, de desqualificação, atacando o direito de greve, a liberdade sindical, entre tantas outras ações. Querem enfraquecer a nossa luta.

É como disse Dilma, "o que nos diferencia dos outros candidatos é que nós colocamos as pessoas no centro das nossas preocupações. Temos compromisso com a criação de melhores oportunidades de trabalho e emprego. Eles propõem medidas de arrocho salarial e querem mexer na CLT".

Dilma prioriza geração de emprego, distribuição de renda, desenvolvimento com justiça social e melhoria de vida especialmente para aqueles que mais precisam, e não mexe na CLT nem que a vaca tussa.

Lula e Dilma juntos geraram mais 21 milhões de empregos, garantiram aumento real de mais de 70% no salário mínimo, retiraram mais de 36 milhões de pessoas da miséria e promoveram 42 milhões de pessoas à classe média – com inflação dentro da meta, dívida pública em queda, reservas internacionais sólidas e crescente protagonismo no cenário mundial.

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