Michel Temer, Gilmar Mendes e Moreira Franco: amigos trapaceiros

Não há como definir o trio do Jaburú senão como ladrões e golpistas, que tudo fazem para enganar o País e enrolar o povo nos panos sujos do golpe que deram

gilmar moreira franco michel temer palácio do jaburu
gilmar moreira franco michel temer palácio do jaburu (Foto: Dom Orvandil)
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Caro alegretense Marco Antunes, Porto Alegre, RS

Saúdo-o com alegria por sua origem na mesma cidade gaúcha em que nasci e por fazer seus estudos no Instituo Oswaldo Aranha onde também fiz meu exame de admissão ao ginásio e nele estudei na primeira série ginasial, antes de me mudar para Uruguaiana para estudar no Instituto União.

Aqui neste vídeo do canal CRP explicitei indignação com o trio de corruptos e golpistas que se encontrou no domingo à noite no palácio Jaburú, um prédio público, para tramar a continuidade do golpe.

Uso termos pesados e de ironia para descrever os papéis de Gilmar Mendes, de Moreira Franco e de Michel Temer.

Não sou desrespeitoso com aqueles homens ao me expressar daquela maneira nem rebaixo minha condição de prelado ao situá-los como o fiz.

Pelo contrário, desrespeitosos e rebaixados são os senhores Gilmar Mendes – este indiginifica o judiciário por manchar a justiça – Moreira Franco, o gato angorá como o apelidou o grande Leonel Brizola, por sua conduta imoral no campo político ao usar o poder para corromper e ajudar a destruir o Brasil – e Michel Temer por desqualificar o poder chegando à presidência pelos caminhos do golpe de Estado e pelas mãos dos mais sujos e desprezíveis articuladores da destruição da democracia e da paz social.

Minha forma de me referir indignadamente a essa gente vem do método honesto de analisar a realidade, que aparece desde a crueza e cristalinidade usadas pelos profetas bíblicos ao identificarem qualitativamente os inimigos dos pobres, das viúvas, oprimidos e da aliança que uniria o povo com a justiça social e o bem estar para todos.

Dessa forma não há como definir o trio do Jaburú senão como ladrões e golpistas, que tudo fazem para enganar o País e enrolar o povo nos panos sujos do golpe que deram.

Gilmar Mendes não merece o tratamento dedicado aos magistrados sérios. É aliado dos piores bandidos, corruptos, direitistas e ruralistas concentradores de terras, riquezas, grileiros e amigo cortejador da espécie decadente do tucanato que arrasta este País para o abismo da miséria e da pobreza. Estes quando no poder se aliam aos piores inimigos da ética e do Estado abrangente e social.

Moreira Franco é animal da mesma espécie do falso ministro do STF. Não por menos que o grande líder nacionalista e republicano Leonel Brizola o apelidou ds gato angorá. Sem querer ofender os felinos, infinitamente mais honestos e honrados do que esse espécime que enlameia a espécie humana, Brizola o apelidou menos por sua abundância capilar branca do que pelo seu espírito mesquinho sempre pronto a saltar sobre os bens alheios e sair com a cara de quem nunca estivera alí.

Já Michel Temer, a quem a história não espera para julgar, é imediatamente desprezado por sua covardia, corrupção e traição. Citado 43 vezes ou muito mais, como as homologações das delações da lava jato mostrarão, é de uma covardia desprezível e gigantesca, além de mesquinho e estúpido.

A desonra das gravatas, dos ternos, dos gestos de quem se esconde dentro de seu próprio cadáver de moral putrefata e do olhar fugidio do golpista que ocupa o poder em conluio com os Estados Unidos, com empresariado falido eticamente e descomprometido com a Nação e com a democracia é a amostra da humilhação da honra e da investidura do cargo que ilegitimamente ocupa.

A união com sintomas de carnalidade de Gilmar Mendes com Temer e o gato angorá é a prova de que o judiciário se jogou na zona do meretrício da honra, prostituindo a democracia como aliança do poder que emana do povo com os propósitos de um governo honrado no exercício do governo de modo humano e social.

Este episódio lamentável lembra-me de pessoas muito diferentes desses espécimes que imaginávamos erradicados da vida nacional. Resgatá-las como exemplos vale a pena. São honradas e austeras pessoal e politicamente no exercício do governo, valor que passa milhões de quilômetros do que é Michel Temer.

Lembro-me de vários no Brasil. Creio que Leonel Brizola é um bom exemplo. Outro é Sinval Gauzzelli no RS. Apesar de seu pecado de passar pela ARENA e de ser governador preposto pela ditadura, depois quando o exerceu democrática e legalmente saiu do Palácio Piratini num fusca 1300, ele mesmo dirigindo. Nunca se ouviu que aquele ex-governador tenha roubado quando no exercício de cargos públicos.

Essa deve ser a conduta austera de homens e mulheres, rígidos e intransigentes no relacionamento com o poder, dedicados a servir o País e ao povo, sem transigir absolutizando interesses pessoais e familiares acima dos coletivos.

Porém, no capitalismo tal conduta é mesmo rara e difícil ser honrada. Pois as circunstâncias elevadamente corruptas são da natureza desse regime. Louvados são os que resistem aos seus males, coisa que jamais acontecerá com o golpista desonrado Michel Temer nem com o gato angorá e o trapaceiro Gilmar Mendes.

Do Blog Cartas Proféticas

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