Mídia quer convencer que ‘pibinho’ e desemprego são coisas boas para o brasileiro

Primeiro é fundamental desmitificar o PIB (Produto Interno Bruto), que nada tem a ver com distribuição de renda. Pelo contrário. Na conjuntura de cortes nos investimentos em áreas sociais pelos próximos 20 anos, houve maior concentração de renda nas mãos dos poucos ricos

Primeiro é fundamental desmitificar o PIB (Produto Interno Bruto), que nada tem a ver com distribuição de renda. Pelo contrário. Na conjuntura de cortes nos investimentos em áreas sociais pelos próximos 20 anos, houve maior concentração de renda nas mãos dos poucos ricos
Primeiro é fundamental desmitificar o PIB (Produto Interno Bruto), que nada tem a ver com distribuição de renda. Pelo contrário. Na conjuntura de cortes nos investimentos em áreas sociais pelos próximos 20 anos, houve maior concentração de renda nas mãos dos poucos ricos (Foto: Esmael Morais)

É de dar enjoo as mentiras que a mídia chapa branca conta na tentativa de salvar o golpe e embriagar o mais desavisado de que Lula e o PT não são mais necessários. Os jornalões se esforçam para convencer que o ‘pibinho’ de 1% e o desemprego de Michel Temer são coisas boas para o brasileiro. Não é.

Primeiro é fundamental desmitificar o PIB (Produto Interno Bruto), que nada tem a ver com distribuição de renda. Pelo contrário. Na conjuntura de cortes nos investimentos em áreas sociais pelos próximos 20 anos, houve maior concentração de renda nas mãos dos poucos ricos.

O desemprego de 12,7 milhões de trabalhadores é a face mais perversa da mídia e do governo, que projeta 15 milhões de desempregados até o final deste ano. É o tal estoque de mão de obra que visa reduzir o valor dos salários.

O número de desempregados no Brasil pode ser muito maior do que se divulga por aí, haja vista que milhões de brasileiros se cansaram de procurar uma colocação e cederam ao “bico”” não morrer de fome.

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