Moro quer ser presidente quando deveria apodrecer na cadeia

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(Foto: Reprodução)


Por Davis Sena Filho 

"A candidatura Moro é um autêntico divisor de gados". (Lulu Santos)

"Lá vem o pato (marreco),

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Pata aqui, pata acolá.

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Lá vem o pato (marreco)

Para ver o que é que há".

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(O Pato, de Toquinho)

Resumo da criminosa e maior farsa jurídica da história do Brasil: O 'grande herói' de capa preta da salvação nacional prende ilegalmente o político de esquerda, que lidera as pesquisas para presidente da República em 2018. A prisão injusta e ilegal do líder popular favorece, e muito, a ascensão de um deputado de histórico abaixo de medíocre, de extrema direita ou neofascista, além de acusado de ser miliciano sentar na cadeira da Presidência da República.

Posteriormente, na maior desfaçatez e cara de pau, o 'grande herói' dos idiotas de toda e qualquer natureza se torna funcionário daquele sujeito neofascista e ultraliberal, até que após se desentenderem como verdadeiros gângsters que são, o 'grande herói' se muda para sua terra adorada, os Estados Unidos, país a quem ele serve como se fosse um cão adestrado à espera de ser premiado.

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Entretanto, o 'grande herói' dos trouxas que hoje lamentam suas falências ou comem pés de galinha e vão para a fila do osso em açougues por todo o País, sentiu falta das luzes da ribalta de sua tóxica província e hoje é candidato a presidente da República pelo fisiológico Podemos, um partido que realmente não pode ser levado a sério.

E tudo isso depois de o 'grande herói' ser considerado pelo STF um juiz suspeito e parcial, decisão esta que humilha, desonra e trata como indigna a Magistratura, porque simplesmente um sujeito à toa, malévolo, sórdido e de ações infames, que sujou o Judiciário, resolveu usar o cargo para fazer política e interferir no processo eleitoral com a cumplicidade da imprensa brasileira de negócios privados, a mais corrupta, golpista e mentirosa do mundo ocidental — a progenitora das fake news.

O 'grande herói' que traiu o povo brasileiro e participou como protagonista das maiores covardias e cafajestadas que uma autoridade pública pôde cometer contra a democracia, o processo eleitoral, o estado de direito e a Constituição, além de ter sido o maior responsável pela perseguição bárbara a Lula e à sua família. Este é o Marreco, vulgo Sérgio Moro, o juiz suspeito e parcial, que do alto de sua arrogância e prepotência finge que não foi julgado e condenado, a andar livre, leve e solto pelo País, impunemente, como se não houvesse amanhã.

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E a dar os trâmites quase por findos...

Meus camaradas, não é que o ex-juiz de província, o Marreco ou Russo, vulgo Sérgio Moro, resolveu oficialmente entrar na política, o que é de fato apenas uma redundância, porque esse sujeito abjeto e pleno de sordidezes e malandragens dignos de deixar qualquer malandro com a cara vermelha igual a um tomate já faz política há muito tempo, a se valer ilegalmente e criminosamente do cargo público dos tempos de juiz, conforme consideraram as decisões inequívocas do STF, do STJ e de inúmeras varas de primeira instância, que já anularam 21 processos ou recusaram as denúncias sem provas que os arautos udenistas da "moral" e dos "bons costumes" de Curitiba tentaram envolver o presidente Lula, que os derrotou inapelavelmente após ficar preso injustamente por 580 dias.

Contudo, o cara de pau do Sérgio Moro, que neste momento deveria estar a enfrentar uma "dura", ou seja, a puxar aquela cadeia de essência pedagógica a quem, como ele, comete crimes em série como um autêntico serial killer, está a ser premiado por suas trapaças e mentiras ao ingressar no Podemos, um partido de direita e fisiológico, cujos dirigentes respondem por crimes eleitorais e desvios de recursos do Fundo Partidário. Por sua vez, o Marreco obsessivo pelas luzes de ribalta não poderá mais se esconder atrás da toga, a fim de realizar delinquências, como o fez juntamente com seus cúmplices da Lava Jato.

Moro terá de descer à planície da política e sair do conforto dos palácios de Justiça onde viveu como juiz dedicado a conspirar e a odiar os interesses dos trabalhadores e do próprio País. Ele terá de percorrer a planície, que é aberta aos antagonismos e confrontos, sendo que luta renhida e despida de compaixão e piedade — sem toga. Exatamente. A toga que o Marreco solenemente desonrou, do alto de sua arrogância, prepotência, mesquinhez, ignorância, ambição e soberba, juntamente com sua escumalha aloprada, a usar como covil os subterrâneos apodrecidos do MP, da PF e da 13ª Vara Federal de Curitiba, que se interligavam para fazer a política de guerra.

A guerra sem trégua, ampliada e fortalecida pelo "lawfare" e pela "teoria do domínio do fato", duas excrescências jurídicas usadas amplamente pelo Judiciário politizado que vergonhosamente se degenerou e descambou para a anarquia, inclusive a hierárquica. O lawfare da quadrilha da Lava Jato, quando o Direito é usado como arma política para derrotar os adversários escolhidos a dedo. E foi o que Moro fez exponencialmente ao longo de seis anos, quando prendeu "seu" bandido de estimação e deduragem, o doleiro Alberto Youssef, em março de 2014.

Vale ressaltar que Youssef é figurinha carimbada da Justiça e da Polícia Federal do Paraná, em particular de Sérgio Moro, a quem prestou "relevantes" serviços no papel de cáften do mundo dos alcaguetes, sendo que antes de ser preso pela Lava Jato no que é relativo à Petrobrás, o veterano doleiro já tinha sido preso e firmado acordo, em 2004, no rumoroso caso do Banestado, que surgiu nas páginas dos jornais em 1996, em pleno governo do presidente tucano, Fernando Henrique Cardoso, quando as contas CC5 serviram de ponte entre Foz de Iguaçu e Nova Iorque, quando figuras de proa da República e grandes empresários deitaram e rolaram a usar as CC5 para proveito próprio, a lavar dinheiro e a sonegar impostos.

Ninguém foi preso, apenas Alberto Youssef, o doleiro bucha de canhão do juiz Marreco. Sérgio Moro, que estava à frente do caso, não prendeu um único tucano ladrão, como assim também procedeu o juiz lavajatista e considerado injusto e parcial pelo STF, no decorrer de todo o processo draconiano da Lava Jato.

Nem o golpista e irresponsável Aécio Neves e seus cúmplices gravados, filmados e fotografados a cometer crimes foram presos pela súcia da Lava Jato, em uma prova indiscutível de que os picaretas e mentirosos dessa quadrilha jamais se preocuparam com o combate à corrupção, mas, evidentemente, desejam impedir que o PT continuasse a governar o Brasil. O mesmo procedimento omisso, inconsequente, criminoso e partidário dos membros da Lava Jato foi concedido ao indivíduo abjeto, traidor e usurpador, Michel Temer.

Por sua vez, é de bom alvitre assinalar que Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos procuradores líderes da Lava Jato, que se aposentou, estava à frente das investigações dessa imensa roubalheira. Hoje se percebe nitidamente, e tão claro como um dia de sol forte e céu sem nuvens, que a Lava Jato, antes de tudo e qualquer coisa, foi criada para combater o PT e destruir suas lideranças, intentos que não conseguiu por causa das inúmeras revelações do The Intercept Brasil somadas ao caso rumoroso da Operação Spoofing, que envolve o hacker Walter Delgatti Neto, que foi a pá de cal em cima do caixão da Lava Jato, que expôs ao público os crimes em série de seus procuradores, delegados e juízes.

Para concluir, quero afirmar que o ato de filiação do ex-juiz Moro é um deboche e um soco no estômago daqueles que têm consciência sobre seus inúmeros crimes. Moro — o homem muito menor — é um dos principais responsáveis pela destruição das maiores empresas brasileiras, notadamente as que atuavam em áreas estratégicas, a exemplo das indústrias nuclear, naval e de engenharia pesada, que estão em regime falimentar, a desempregar milhões de trabalhadores, além de outros milhões, porque a cadeia econômica dessas enormes indústrias sustentava milhares de micro, pequenas e médias empresas, que tiveram de fechar as portas por causa de um sacripanta ambicioso e irresponsável, cujo apelido é Marreco.  

Ver o Moro posar de "estadista" no evento do Podemos em Brasília com sua voz de marreco, a faltar-lhe conhecimento sobre os assuntos econômicos e sociais elencados, bem como nenhum traquejo até para se mostrar como uma farsa e fraude político-partidária foi por demais inaceitável, pois ele se comporta como um malandro criado em gabinete, a ultrajar a verdade mais uma vez na sua vida, porque a se comportar como um homem que jamais cometeu crimes, quando a verdade é que o Moro ao invés de tentar ser presidente deveria apodrecer na cadeia.

Porém, o Podemos do Marreco não teve sucesso em sua empreitada, porque ao se filiar em um centro de convenção, não havia na plateia lideranças importantes de partidos de direita e muito menos autoridades do Governo Federal, assim como governadores e prefeitos, bem como estavam ausentes entidades de classe ou associações e muito menos, e evidentemente, representantes de sindicatos. Então, fica a pergunta no ar: "Quem estava presente à pantomima do Moro?" Respondo: os milicos!

É isso aí, cara pálida! Meia dúzia de generais de pijamas que representam uma parte da milicada elitista, sectária, financeiramente ambiciosa e de direita, que apoia o juiz que roubou a democracia, as eleições de 2018 e o estado democrático de direito. Para variar, os milicos, que também estão a apoiar o pior presidente da República de todos os tempos, cujo apelido é Bozo, assim como parte dos fardados ficarão com o ex-juiz que deveria estar preso.

Milico sempre milico, eternamente o mesmo reacionarismo e analfabetismo político, sempre a errar e ser contra os interesses do povo brasileiro e do País, como demonstram, agora, no poder, bem como no passado. Enfim, Moro é a prova cabal da insolvência moral deste País a chafurdar em autoritarismo, mentiras, malandragens, perseguições, elitismo, sectarismo, privilégios, preconceitos e violência. Moro, meus camaradas, é a cara do Brasil e suas instituições. O Marreco é o outro lado da mesma moeda que tem também a esfinge de Bolsonaro. É isso aí.

Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

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