Na falta do que fazer, PGR vai investigar entrevista de Gleisi à TV Al Jazeera

A PGR agora se pauta pelas fake news (notícias falsas) de senadores de direita, como Ana Amélia (PP-RS), que destilam ódio, xenofobia e ignorância em relação ao mundo árabe

A PGR agora se pauta pelas fake news (notícias falsas) de senadores de direita, como Ana Amélia (PP-RS), que destilam ódio, xenofobia e ignorância em relação ao mundo árabe
A PGR agora se pauta pelas fake news (notícias falsas) de senadores de direita, como Ana Amélia (PP-RS), que destilam ódio, xenofobia e ignorância em relação ao mundo árabe (Foto: Esmael Morais)
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A Procuradoria-Geral da República, a PGR, não tem mais o que fazer. Segundo o Estadão, o órgão vai investigar a entrevista que a senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, concedeu à TV Al Jazeera.

A PGR agora se pauta pelas fake news (notícias falsas) de senadores de direita, como Ana Amélia (PP-RS), que destilam ódio, xenofobia e ignorância em relação ao mundo árabe.

A PGR que deveria de ofício descartar um inquérito tem o jeitão de censura à Gleisi é a mesma que livrou o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) da lava jato. A “diligente” Procuradoria encaminhou o propinoduto do “Santo” para a Justiça Eleitoral, como se fosse crime eleitoral, diferenciando-o de casos semelhantes que foram remetidos para a justiça comum.

Antes de nos esqueçamos, PGR, vá pentear macaco.

Dito isto, leia o que registrou hoje (19) o Estadão:

“A Procuradoria-Geral da República instaurou procedimento preliminar para analisar a possibilidade de abrir inquérito sobre um vídeo gravado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), para a TV Al-Jazira. Na gravação, ela diz que o ex-presidente Lula é um preso político e acusa a Justiça brasileira. “Lula foi condenado por juízes parciais num processo ilegal. Não há nenhuma prova de culpa, apenas acusações falsas”, afirma. A petista termina convocando “todos e todas [do mundo árabe] a se juntarem na luta” para libertar Lula.

A instauração da Notícia de Fato é o primeiro passo antes de a PGR instaurar um inquérito. A determinação partiu da titular da Secretaria Penal da PGR, subprocuradora Raquel Branquinho.

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