Na luta pelo cargo, Temer promove nova farra publicitária

O Tinhoso utilizará as verbas de comunicação nos ministérios para tentar se segurar no governo, além dos R$ 208 milhões previstos no contrato com Gustavo Mouco, o irmão do atual marqueteiro do ilegítimo. A luta é para barrar os 342 votos na votação da Câmara no próximo dia 2 de agosto

O Tinhoso utilizará as verbas de comunicação nos ministérios para tentar se segurar no governo, além dos R$ 208 milhões previstos no contrato com Gustavo Mouco, o irmão do atual marqueteiro do ilegítimo. A luta é para barrar os 342 votos na votação da Câmara no próximo dia 2 de agosto
O Tinhoso utilizará as verbas de comunicação nos ministérios para tentar se segurar no governo, além dos R$ 208 milhões previstos no contrato com Gustavo Mouco, o irmão do atual marqueteiro do ilegítimo. A luta é para barrar os 342 votos na votação da Câmara no próximo dia 2 de agosto (Foto: Esmael Morais)

De repente, até o site de extrema-direita O Antagonista ficou feliz. Menos a Globo, que abriu guerra contra o ilegítimo Michel Temer.

A informação é que o Tinhoso utilizará as verbas de comunicação nos ministérios para tentar se segurar no governo, além dos R$ 208 milhões previstos no contrato com Gustavo Mouco, o irmão do atual marqueteiro do ilegítimo.

A luta é para barrar os 342 votos na votação da Câmara no próximo dia 2 de agosto.

Na primeira fase da luta contra a autorização de investigação na CCJ, Temer torrou R$ 15,3 bilhões. Imagine quanto custará agora a farra com um plenário formado por 513 esfomeadas almas…

A ordem no Palácio do Planalto é abrir as burras para a publicidade na velha mídia golpista, menos na Globo que está no projeto “golpe no golpe” com Rodrigo Maia (DEM-RJ).

No começo deste ano, uma campanha publicitária mal feita “matou” o golpe. O ilegítimo Michel Temer virou motivo de chacota nas redes sociais e as peças de propaganda foram retiradas de circulação de tão ruins que eram.

Fique tranquilo o caríssimo leitor porque o ilegítimo pretende é comprar a opinião dos veículos, não divulgar ações de governo.

Afinal de contas, como dizer aos trabalhadores que ‘é bom ficar desempregado’, que ‘é ótimo não ter acesso à saúde e à educação’? Como dizer que ‘foi um bom negócio o golpe de Estado’, onde as pessoas perderam a dignidade? Como vender que ‘o estupro à democracia foi um avanço no país’?

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