O 9 dedos dos delinquentes e golpistas da Lava Jato

(Foto: Agencia Brasil/EBC)
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A Justiça que se nega a ser justa. A Justiça dos punhos de renda. A Justiça dos ricos. A Justiça injusta. Sem justiça não há paz. A inJustiça!  

Os delinquentes e golpistas da Lava Jato se organizaram em uma quadrilha de coxinhas e, por sua vez, de bolsominions de direita e extrema direita, conforme o tempo da deposição da presidente Dilma Rousseff a atingir o ápice da bandalheira por parte de delegados, procuradores e juízes com a prisão injusta do ex-presidente Lula, ambos mandatários de esquerda e trabalhistas.

Filhos das classes média e média alta brancas e socialmente de viés elitista e sectário, os marginais da Lava Jato demonstraram serem pessoas completamente desprovidas de republicanismo e civismo, sendo que moralmente se mostraram, ipsis litteris, covardes, mentirosos e organizadores de farsas e fraudes para que suas vítimas delatassem e acusassem as pessoas processadas, sendo que muitas delas presas.

A Operação Spoofing da Polícia Federal abriu as vísceras putrefatas da Lava Jato, cujos membros pecaram pela delinquência absoluta, a estuprar o Direito e a transformar seus cargos em palanques eleitorais e objetos de conspirações políticas, em um partidarismo sem precedentes, em prol de candidatos de direita ao tempo em que combatiam a esquerda sem trégua, em uma perseguição contra Lula e sua família que durou quatro anos, com direito a tentar jogar seu nome na lama e a fazer sua família refém de todo tipo de perversidades e covardias.

Lula é o 9 para os celerados da Lava Jato, autores de incontáveis frases e pensamentos gravados por hackers e publicados pelo Intercept Brasil, bem como por inúmeros jornais e revistas tradicionais, deixariam envergonhados até o satanás e suas legiões, para se ter uma metáfora que defina a molecagem dessa gente descompromissada com o País, mas, por seu turno, totalmente compromissada com seus interesses de fama, financeiros, profissionais, midiáticos, políticos, ideológicos e eleitorais.

Se reportavam a Lula das piores maneiras possíveis, de forma desumana e amplamente desrespeitosa, em um ódio ideológico e de classe incompreensível ao tempo que incomensurável, que após o golpe de estado contra a presidente Dilma recrudesceu ao ponto de Lula ser levado ao sepultamento de seu neto como se fosse um malfeitor criminoso, cercado por policiais da PF midiáticos, armados até os dentes, a fazerem poses ridículas e típicas de pessoas sem noção e condição de mesurar intelectualmente o que estavam a fazer.

Os procuradores da República, os delegados federais e muitos juízes, principalmente os do TRF-4, da 13ª Vara Federal de Curitiba e do STJ são os responsáveis diretos — a ter o Supremo Com Tudo (SCT) como o garantidor do golpe contra a democracia, o estado de direito e a Constituição no Congresso, em 2016 —, pela destruição do Brasil como nação soberana, assim como pelo desmonte criminoso e deliberado do estado nacional.

O Estado que ao invés de servir e atender às demandas e interesses do povo brasileiro está, a partir dos desgovernos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, a subverter a ordem constitucional para se subordinar aos interesses do grande capital nacional e internacional, principalmente por intermédio da entrega do patrimônio público conquistado ao longo dos séculos por inúmeras gerações de brasileiros.

A Operação Spoofing, deflagrada pela PF em julho de 2019, para investigar as contas do Telegram invadidas por hackers, deixou nuas inúmeras autoridades, que, na verdade, mostraram-se indignas de servir ao País e receberem altos salários e benefícios propiciados pelos impostos pagos pelos cidadãos brasileiros.

Os diálogos entre procuradores, policiais federais e juízes são deploráveis, estarrecedores, pois remetem a situações e ações de clandestinidade para que eles pudessem cometer crimes e ilegalidades de toda monta e tamanho, sem se preocupar ao menos sobre o que é justo e injusto, bárbaro e civilizado.

Tais malfeitores do serviço público com status e poder destruíram a construção civil e de base brasileira, expuseram negativamente a Petrobras, que está a ser criminosamente esquartejada e a servir não ao desenvolvimento do País, mas sim aos seus acionistas milionários nacionais e internacionais, a ter seus ativos vendidos como meros nas bolsas como meros produtos que tem apenas como objetivo o lucro.

Demoliram irresponsavelmente a indústria naval e prejudicaram duramente o setor nuclear, com reflexos nocivos ao mercado interno (comércio e indústria), além de serem os responsáveis pelo histerismo político das ruas nos quatro cantos do Brasil, juntamente com os delinquentes e igualmente golpistas dos setores midiáticos e jornalísticos, que realizaram campanhas insidiosas e mentirosas no decorrer de todos os governos trabalhistas do PT.

Envenenaram a população e, principalmente, a classe média branca, que sempre se sentiu preterida nesse tempo, sem no entanto jamais ser esquecida, pois se beneficiou dos governos petistas em todos os segmentos, mas preconceituosa e sectária optou por apoiar um golpe de estado travestido de legal e legítimo, além de ter saído definitivamente do armário e, com efeito, assumir sua bronca e partir para a luta de classe.

A luta de classe que a direita sempre negou no decorrer do tempo histórico, mas que foi explicitada e amplificada, a partir de 2013, em todo seu ódio, ressentimento, rancor e violência nas ruas por longos três anos (2013/2016) até a deposição de Dilma. Hoje o que se vê nas ruas e logradouros são radicais de direita apoiadores de Bolsonaro, que no fundo não sabem o que está hoje em jogo e muito menos compreendem por que respiram, sem generalizar, já que confundem o ato de adorar os símbolos nacionais com patriotismo.

A verdade é que essa gente, a incluir os generais das Forças Armadas, entregam o Brasil à gringada pirata, malandra e esperta, a bater continência e a cantar o hino nacional. Chega a ser um deboche — escárnio!

A classe média de alma escravocrata que, do alto dos trios elétricos, nas ruas, em casa e no trabalho expôs sua ferocidade e incontinência verbal, ao ponto de um de seus cartazes de cunho fascista e classista, mostrado por uma senhora de Copacabana, reivindicava com os seguintes dizeres: "Quero minha empregada doméstica de volta". É mole ou quer mais, cara pálida?!

Eu vi tal insulto e desfaçatez da "madame" decadente de Copacabana com os meus próprios olhos, porque resolvi ver de perto a patuleia de classe média pedir por ditadura e a se aproveitar da democracia e do estado de direito para pedir golpe de estado e censura. E a Lava Jato? A Lava Jato não existiria, meu prezado, com tanta força se não fosse essas pessoas irem às ruas com o apoio massificado pelas mídias corporativas, a exemplo do Grupo Globo, propriedade da família mais golpista do País — os Marinho.

O golpe de estado contra a presidente Dilma e a prisão injusta de Lula representa, fidedignamente, a luta de classe contra os trabalhadores e os pobres, além de evidentemente ter sido um golpe para entregar o Pré-Sal às grandes petroleiras internacionais e aos bancos, seus principais sócios.

A Lava Jato entrou de cabeça em um mergulho de deixar sem ar a sociedade quando chafurdou na lama fétida da criminalidade, e, consequentemente, interveio criminosamente no processo político-eleitoral, de forma a vazar áudios ilegais para fomentar insatisfação e rebeldia contra o governo democrático de Dilma Rousseff, além de, posteriormente, impedir Lula de ser candidato a presidente da República, pois favorito para vencer as eleições.

Logo após a vitória de Jair Bolsonaro, o candidato fascista da Lava Jato e dos barões donos dos grupos midiáticos privados, o juiz golpista e que deveria apodrecer na cadeia, Sérgio Moro, assumiu cargo de ministro da Justiça, a preparar o terreno para, quem sabe em um futuro próximo, ser alçado a ministro do Supremo Com Tudo, o principal garantidor, falo mais uma vez, do golpe de estado de 2016 e, com efeito, o responsável também pelo desmonte criminoso do Estado e da extinção das políticas públicas de inclusão social. Um absurdo o que esses juízes fizeram contra os interesses do Brasil e de seu povo. Imperdoável... e inesquecível!

O tiro saiu pela culatra e hoje o Moro, homem de caráter minúsculo e ações deletérias, é inimigo de Bolsonaro e está foragido nos EUA, a ocupar cargo em uma empresa que recupera empresas, dentre elas a Odebrecht, a maior construtora do País que o Moro — o homem muito menor — cooperou, e muito, para destruí-la e, por conseguinte, facilitar o controle do mercado interno pelas construtoras multinacionais. E assim fizeram com inúmeras megaempresas brasileiras de inúmeros setores, a exemplo da holding JBS, que se expandia no mercado externo.

Porém, a direita brucutu sempre alega, de acordo com seu moralismo sem moral, que é preciso combater a corrupção. Então que sejam punidos duramente os corruptos e se mantenha as empresas e os empregos, ora bolas. Entretanto, ninguém é trouxa ou idiota. A destruição de empresas espinhas dorsais da economia é deliberada e, consequentemente, programada com a participação de grupos alienígenas, que atuam em escala mundial.

A Lava Jato se apropriou do Brasil, de sua economia e democracia. A sociedade brasileira e muitas de suas representações públicas e privadas permitiram tal desfaçatez e sordidez, sem calcular o que viria depois: desemprego em massa, violência epidêmica, pobreza humilhante e miséria desumana. O fim da picada as ações irresponsáveis e criminosas de juízes, procuradores, políticos, generais, delegados e grandes empresários brasileiros, que deram tiros em seus pés por causa de preconceitos e ideologias, mesmo a ganhar muito dinheiro nos governos desenvolvimentistas do PT.

Moleques irresponsáveis e criminosos! Trata-se de um bando de colonizados e portadores de inefável complexo de vira-lata. Os combatentes da corrupção, mas não combatem os crimes deles. Os paladinos da Justiça, da família, da propriedade, da pátria, da moral e dos bons costumes udenistas transformaram a democracia brasileira em um circo de horrores e o País na casa da mãe Joana. Chegaram ao desplante de firmar acordos com estrangeiros (CIA, FBI, Departamento de Estado) sem o conhecimento e autorização do Ministério da Justiça.

E por quê? Porque o Supremo Com Tudo, que vem a ser a vergonha, o vexame e a desgraça do Brasil permitiu, e por isto o principal culpado, que os marginais da Lava Jato tivessem liberdade, inclusive, para interferir nas eleições de 2018 e rasgar a Constituição e o Código Penal, sendo que até hoje o procurador Deltan Dallagnol e Cia, além do juizeco de província e autor de farsas e fraudes ilimitadas, Sérgio Moro, chegassem ao ponto de destruir, conforme relatei, a economia do País. Em um país sério e civilizado, esse bando de criminosos estaria preso e expulso de suas respectivas instituições e corporações, sumariamente.

O 9 Dedos, apelido dado a Lula pelos celerados e delinquentes da Lava Jato, não deixou barato, e abriu a boca durante 580 dias em que foi sequestrado pelo estado brasileiro a mando de jagunços que vestem togas, taieres e becas. Denunciou sem parar os crimes dos bandoleiros da Lava Jato e seus cúmplices distribuídos em inúmeros segmentos.

Lula recebeu no cárcere autoridades e pessoas importantes do Brasil e do mundo muito mais que o próprio presidente Bolsonaro, cuja alcunha lamentável é Bozo, o que retrata a decadência moral e intelectual deste País azarado e fadado historicamente ao fracasso, porque nele se instalou a burguesia e a classe média mais ordinárias, corruptas, ignorantes e colonizadas do mundo ocidental. Ponto.

Lula é o 9 Dedos e os "lavajatenses" são os verdadeiros marginais como provam e comprovam os deploráveis diálogos de gente que deveria preservar o Direito e a dignidade do cargo público pago pelo contribuinte brasileiro. Se a Justiça do Brasil tivesse o mínimo de dignidade, os procuradores, delegados e juízes que participaram dessa sórdida pantomima e infame conspiração estariam presos e expulsos de suas corporações para o bem do serviço público e da sociedade, que sustenta esses rábulas patrocinadores de golpes e autores de crimes. Que sejam severamente punidos. Nada como um dia após o outro. É isso aí. 

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