O blefe dos 342 votos que eles não têm

Manter a presença nas praças, nas ruas e nas redes e garantir uma ampla mobilização nos dias que antecedem a votação da malfadada proposta na Câmara dos Deputados é a tarefa primordial do momento. Vamos continuar pressionando para que as forças do atraso, do ódio e do rancor retornem ao limbo da história, de onde nunca deveriam ter saído

Manter a presença nas praças, nas ruas e nas redes e garantir uma ampla mobilização nos dias que antecedem a votação da malfadada proposta na Câmara dos Deputados é a tarefa primordial do momento. Vamos continuar pressionando para que as forças do atraso, do ódio e do rancor retornem ao limbo da história, de onde nunca deveriam ter saído
Manter a presença nas praças, nas ruas e nas redes e garantir uma ampla mobilização nos dias que antecedem a votação da malfadada proposta na Câmara dos Deputados é a tarefa primordial do momento. Vamos continuar pressionando para que as forças do atraso, do ódio e do rancor retornem ao limbo da história, de onde nunca deveriam ter saído (Foto: Alberto Cantalice)
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O Brasil encontra-se no limiar de uma das decisões políticas mais importantes de sua história.

Esse estupro da Constituição, capitaneado pelo que há de mais conservador e reacionário na sociedade brasileira, tenta impor pela garganta abaixo da cidadania um arremedo de impeachment, que, sem o menor fundamento jurídico, desnuda-se como o mais reles Golpe de Estado.

Consorciados nessa trama encontram-se velhos timoneiros do atraso brasileiro: a mídia monopolizada, o capital financeiro nacional e internacional, o agronegócio e velhos trambiqueiros da política brasileira.

Como sempre, e 1964 foi um exemplo, marchadeiros instrumentalizados por entidades obscuras se arvoram em dar um caráter pseudo e popular aos seus atos públicos, quando, na verdade, as classes populares passam ao largo desses eventos.

Esse caldo de cultura tenebroso despertou as forças populares, intelectuais, artistas, juristas, entre outros que, ao perceberem o risco que corre o estado democrático de direito e a democracia duramente conquistada, somaram-se nas ruas, nas redes sociais e em um grande número de eventos públicos a bradar contra o Golpe de Estado.

A presença cada vez mais numerosa e representativa dos democratas e progressistas nos movimentos fez com que um jogo dado como vitorioso pelas forças conservadoras começasse a virar.

ELES NÃO TÊM OS 342 VOTOS, mesmo insuflados e inflados como estão pela grande mídia.

Manter a presença nas praças, nas ruas e nas redes e garantir uma ampla mobilização nos dias que antecedem a votação da malfadada proposta na Câmara dos Deputados é a tarefa primordial do momento.

Vamos continuar pressionando para que as forças do atraso, do ódio e do rancor retornem ao limbo da história, de onde nunca deveriam ter saído.

#NaoVaiTerGolpe

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