O engajamento do E.C. Bahia e a omissão de Bolsonaro

O óleo chegou a Morro de São Paulo, terceiro maior destino turístico da Bahia, mas o governo tóxico está preocupado com as disputas internas de seu partido e com o vazamento do dinheiro do fundo partidário

Os clubes de futebol nordestinos, Vitória, Fortaleza, Ceará, CSA e CRB, publicaram em suas contas no Twitter manifestações em defesa do meio ambiente.  “O Nordeste está ainda mais unido contra o descaso que invade nossas praias. Manchamos nossas mãos, lamentamos pela vida marinha e pela beleza da nossa costa, vimos o avanço com tristeza, mas não medimos esforços para salvar a natureza da nossa Região. Essa é uma luta de todos”, foi publicado na conta do Esporte Clube Vitória.

Alheio ao crime ambiental que já atingiu mais de cento e cinquenta praias dos municípios dos nove Estados, e aos latões da Shell boiando em águas nordestinas, o presidente Jair Bolsonaro virou as costas para o problema, e ainda aproveitou a oportunidade para lamber as botas de Trump, tentando colocar na conta da Venezuela a responsabilidade pelo petróleo derramado. O acontecimento tem afetado a vida de animais marinhos e causado impacto nas cidades litorâneas.

Em partida contra o Ceará Sporting Club, válida pelo Campeonato Brasileiro de futebol, o Esporte Clube Bahia entrou em campo com o uniforme pintado como se estivesse manchado de óleo. As camisas do time baiano serão leiloadas e o valor arrecadado será destinado aos grupos de voluntários que têm ajudado a limpar as praias. Os jogadores do time cearense entraram com luvas pretas simbolizando as mãos dos voluntários.

O óleo chegou a Morro de São Paulo, terceiro maior destino turístico da Bahia, mas o governo tóxico está preocupado com as disputas internas de seu partido e com o vazamento do dinheiro do fundo partidário.

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