O fim do golpe

Não acredito que alcancem 342 votos para na votação marcada para domingo, 17. Será o fim do golpe. Vamos enterrar o impeachment. Será o momento de virar a página e fazer o Brasil andar

Brasília - DF, 05/04/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante visita à aeronave KC-390 da Embraer. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Brasília - DF, 05/04/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante visita à aeronave KC-390 da Embraer. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR (Foto: Paulo Teixeira)

Pode parecer óbvio, mas vale lembrar que não estamos no parlamentarismo. Nosso sistema é presidencialista. Estabelecemos uma duração de quatro anos para cada mandato. Só podemos trocar o presidente em caso de renúncia ou crime de responsabilidade imputado, o que não é o caso. Sendo assim, apesar do inconformismo da oposição, a troca presidencial só pode acontecer depois das próximas eleições, em 2018.

Este inconformismo é tamanho, que o advogado da campanha de Aécio Neves, fez o pedido de recontagem dos votos logo após o início das eleições. Sem sucesso, tentaram impugnar o mandato de Dilma Rousseff. Negado. Agora tentam empurrar goela abaixo um pedido de impeachment sem qualquer justificativa legal para tal.

Na comissão, o impeachment foi aprovado como um time que ganha um jogo de futebol, mas não faz gols o suficiente para se classificar. Time este, diga-se de passagem, em que a maioria responde já justiça por corrupção. Lamentável.

Não acredito que alcancem 342 votos para na votação marcada para domingo, 17. Será o fim do golpe. Vamos enterrar o impeachment. Será o momento de virar a página e fazer o Brasil andar. Precisamos debater as reformas. Consolidar a reforma política, por exemplo, já que parte dos seguidores de Michel Temer já demostraram vontade de voltar atrás e rever a possibilidade de financiamento empresarial para campanhas políticas.

#FimDoGolpe
#VemPraDemocracia
#NãoVaiTerGolpe

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