O MPF, segundo as redes sociais

O órgão agora chefiado pela procuradora Raquel Dodge opinou até pelo arquivamento de denúncia contra Angorá acerca da “farra das passagens aéreas”. Em tempo de punitivismo estatal, isso equivale a um baita perdão da PGR

Subprocuradora-geral da República Raquel Dodge 22/06/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
Subprocuradora-geral da República Raquel Dodge 22/06/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Esmael Morais)

A redes sociais enxergam o “novo” Ministério Público Federal muito afável com os “Angorás”, se é que o leitor me entende.

O MPF não teve nenhuma vontade de enfrentar a nomeação de Moreira Franco para um ministério de Michel Temer e, esta semana, a aprovação de foro especial com o claro propósito de obstruir a justiça.

Aliás, o órgão agora chefiado pela procuradora Raquel Dodge opinou até pelo arquivamento de denúncia contra Angorá acerca da “farra das passagens aéreas”. Em tempo de punitivismo estatal, isso equivale a um baita perdão da PGR.

Façamos um pequeno recorte.

Lula, coitado, sequer assumiu a Casa Civil em março do ano passado. Naquela oportunidade, o MPF mostrou um apetite jamais visto na História deste país.

Dito isto, voltemos a Moreira Franco. Ele é parte na segunda denúncia por organização criminosa, que aguarda autorização da Câmara para a instauração de ação penal no STF.

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