O país que se achinelou

"A autoestima do país foi devastada. A miséria aumenta. E em meio à alienação e à destruição, Jair Bolsonaro concede comendas do governo a dois filhos. Dessas comendas de dependurar no pescoço", avalia o jornalista Moisés Mendes sobre a situação do País; "Se não reagirmos, mereceremos mais. Se não fizermos o que Nova York fez com Bolsonaro, transformando-o publicamente numa figura que provoca a repulsa mundial, nós mereceremos coisas até agora inimagináveis"

O país que se achinelou
O país que se achinelou (Foto: Reuters)

O Brasil está quebrado. É ignorado pela elite mundial e desprezado pelos liberais americanos. Pela primeira vez eles se negaram a fazer uma festa para um presidente estrangeiro. Logo eles, os liberais americanos.

Nossas universidades públicas estão sob a ameaça de destruição. A produção da indústria não reage. Não há emprego, não há perspectiva.

A autoestima do país foi devastada. A miséria aumenta. E em meio à alienação e à destruição, Bolsonaro concede comendas do governo a dois filhos. Dessas comendas de dependurar no pescoço.

Nós merecemos os Bolsonaros, mereceremos os cúmplices de Bolsonaro, as comendas dos filhos de Bolsonaro, as homenagens dos filhos de Bolsonaro ao Queiroz, o sumiço e o deboche do Queiroz, a impunidade dos milicianos.

Nós estamos merecendo Sergio Moro, Damares, Araujo, o Salles destruidor de florestas, o sujeito destruidor de universidades, o Onyx, o Alcolumbre. Nós nos achinelamos.

Se não reagirmos, mereceremos mais. Se não fizermos o que Nova York fez com Bolsonaro, transformando-o publicamente numa figura que provoca a repulsa mundial, nós mereceremos coisas até agora inimagináveis.

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