O réu tratado como rei pelo STF

Acusado pelo Ministério Público Federal de corrupção e lavagem de dinheiro por ter recebido propina em contas na Suíça, Eduardo Cunha se beneficia do silêncio do Supremo Tribunal Federal, que há mais de 4 meses não se manifesta sobre o pedido de afastamento feito pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot

Acusado pelo Ministério Público Federal de corrupção e lavagem de dinheiro por ter recebido propina em contas na Suíça, Eduardo Cunha se beneficia do silêncio do Supremo Tribunal Federal, que há mais de 4 meses não se manifesta sobre o pedido de afastamento feito pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot
Acusado pelo Ministério Público Federal de corrupção e lavagem de dinheiro por ter recebido propina em contas na Suíça, Eduardo Cunha se beneficia do silêncio do Supremo Tribunal Federal, que há mais de 4 meses não se manifesta sobre o pedido de afastamento feito pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot (Foto: Paulo Pimenta)
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Réu na Operação Lava Jato, acusado pelo Ministério Público Federal - MPF de corrupção e lavagem de dinheiro por ter recebido propina em contas na Suíça, Eduardo Cunha se beneficia do silêncio do Supremo Tribunal Federal, que há mais de 4 meses não se manifesta sobre o pedido de afastamento feito pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot.

Diante da paralisia do Supremo Tribunal Federal, Cunha levou o país a uma crise política sem precedentes na história recente e conduziu o golpe contra a Presidenta Dilma Rousseff, como todos sabem, por vingança. Segundo a própria mídia, ao entregar o impeachment para o "grupo Temer", Cunha teria garantido sua absolvição no Parlamento.

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