Operação recado

"Com a 'Operação' dessa segunda-feira, 26, o recado é claro. O alvo principal da reação é o PT. Não medirão esforços para alvejar os quadros do partido. Wagner, além de ter exercido relevantes funções públicas teve um correligionário, José Sérgio Gabrielli na presidência da Petrobras", escreve o jornalista e colunista do 247 Ricardo Cappelli, sobre a ação da Polícia Federal, que cumpriu mandado de busca e apreensão da casa do ex-governador Jaques Wagner; "Valentia e bravata não combinam com inteligência. Os fatos vêm mostrando que dar a cara ao inimigo numa guerra assimétrica não parece ser um bom negócio", diz Cappelli

"Com a 'Operação' dessa segunda-feira, 26, o recado é claro. O alvo principal da reação é o PT. Não medirão esforços para alvejar os quadros do partido. Wagner, além de ter exercido relevantes funções públicas teve um correligionário, José Sérgio Gabrielli na presidência da Petrobras", escreve o jornalista e colunista do 247 Ricardo Cappelli, sobre a ação da Polícia Federal, que cumpriu mandado de busca e apreensão da casa do ex-governador Jaques Wagner; "Valentia e bravata não combinam com inteligência. Os fatos vêm mostrando que dar a cara ao inimigo numa guerra assimétrica não parece ser um bom negócio", diz Cappelli
"Com a 'Operação' dessa segunda-feira, 26, o recado é claro. O alvo principal da reação é o PT. Não medirão esforços para alvejar os quadros do partido. Wagner, além de ter exercido relevantes funções públicas teve um correligionário, José Sérgio Gabrielli na presidência da Petrobras", escreve o jornalista e colunista do 247 Ricardo Cappelli, sobre a ação da Polícia Federal, que cumpriu mandado de busca e apreensão da casa do ex-governador Jaques Wagner; "Valentia e bravata não combinam com inteligência. Os fatos vêm mostrando que dar a cara ao inimigo numa guerra assimétrica não parece ser um bom negócio", diz Cappelli (Foto: Ricardo Cappelli)

A Operação da Polícia Federal que realiza busca e apreensão no apartamento de Jaques Wagner tem dois nomes. O fantasia, chamado "Cartão Vermelho", e o que consta no "CGC", chamado "Recado".

Com a condenação de Lula em segunda instância, o ex-governador baiano e ex-ministro da Casa Civil é o nome natural no PT para substituí-lo. O partido formalmente nega o plano B, mas até as gaivotas de Itapuã sabem que está em curso.

Com a "Operação" dessa segunda-feira, 26, o recado é claro. O alvo principal da reação é o PT. Não medirão esforços para alvejar os quadros do partido. Wagner, além de ter exercido relevantes funções públicas teve um correligionário, José Sérgio Gabrielli na presidência da Petrobras.

Num ambiente como este, o Baiano, com uma eleição certa para o Senado, correrá o risco de ficar sem mandato e entregar sua vida na mão de algum "isentão" de primeira instância?

Os recados são sucessivos. O Lulismo, e mesmo o PT, não podem perder as eleições. Seria muito ruim para o Brasil. Como ganhar é a questão.

Valentia e bravata não combinam com inteligência. Os fatos vêm mostrando que dar a cara ao inimigo numa guerra assimétrica não parece ser um bom negócio.

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