Os golpistas querem destruir também Minas Gerais

Nomes como Aécio e Jucá tentam impor em Minas o que fizeram no Brasil, certamente para vender aceleradamente as riquezas do estado e retomar o poder sem voto. Sem escrúpulos, deram um golpe no Brasil e agora miram Minas Gerais

Nomes como Aécio e Jucá tentam impor em Minas o que fizeram no Brasil, certamente para vender aceleradamente as riquezas do estado e retomar o poder sem voto. Sem escrúpulos, deram um golpe no Brasil e agora miram Minas Gerais
Nomes como Aécio e Jucá tentam impor em Minas o que fizeram no Brasil, certamente para vender aceleradamente as riquezas do estado e retomar o poder sem voto. Sem escrúpulos, deram um golpe no Brasil e agora miram Minas Gerais (Foto: Reginaldo Lopes)

Minas tem o tamanho, a importância e a história de um país inteiro. Por isso, é plausível acreditar que um eventual golpe político se daria nos moldes do que foi feito contra a presidenta eleita, Dilma Rousseff, em 2016. Contra a democracia, tentam adaptar as manobras de Eduardo Cunha e todo aquele lamentável processo ao Palácio Tiradentes. O golpe mambembe tem o mesmo objetivo; cassar o voto dos eleitores e, especificamente, tentar manipular o cenário eleitoral.

Em 1964, as primeiras tropas golpistas saíram de Minas Gerais para tomar o Brasil. Hoje, vemos o inverso; eles já controlam o Brasil e agora se voltam contra a soberania de Minas Gerais.

Essas escaladas têm, inclusive, partícipes em comum. O senador Aécio Neves não vive seu melhor momento e, por isso mesmo, pouco confia em um recado favorável que as urnas podem lhe dar em outubro. O apreço à democracia e ao cumprimento de mandatos chegou ao nível zero. Algo lamentável para lideranças políticas importantes, que deveriam dar o exemplo.

O projeto nacional dos golpistas, de Aécio Neves e Romero Jucá, traiu os brasileiros e empurrou o país para uma crise ainda maior, o que era imaginável. Ora, se a institucionalidade e o poder do voto não são respeitados o que sobra? Um governo sem legitimidade, e mal intencionado, jamais faria bem ao país. E esse projeto jamais combinaria com Minas Gerais.

Minas tem sua história marcada pela luta pela liberdade e contra a opressão. As articulações golpistas que conspiram contra o governador Fernando Pimentel são, portanto, um ultraje a história e o destino mineiro. Não há nenhuma consistência, apenas tensão eleitoral, um provável revanchismo e um arroubo antidemocrático, que não poderá ser bem sucedido mais uma vez.

O golpe, em plano nacional, retirou direitos trabalhistas da população e atenta contra os direitos previdenciários. Estamos, a cada dia, perdendo mais soberania e respeito internacional, com o desemprego aumentando e as perspectivas do povo brasileiro para sair da crise diminuindo.

O "Plano Jucá", de autoproteção para os políticos de um viés ideológico, hoje, comanda o país. Perdas de direitos e riquezas para os trabalhadores e conchavos e rearranjos de cargos para os políticos de acordo com as conveniências do momento. Vale tudo.

Nomes como Aécio e Jucá tentam impor em Minas o que fizeram no Brasil, certamente para vender aceleradamente as riquezas do estado e retomar o poder sem voto. Sem escrúpulos, deram um golpe no Brasil e agora miram Minas Gerais.

Será uma confissão explícita de que não conseguem disputar uma eleição justa e vencer? Será que o desapreço pela democracia e o falso moralismo são mais fortes do que a vergonha na cara? Será desespero ou apenas muita ambição?

As perguntas serão respondidas com o tempo. Para os democratas, porém, não é hora de dúvidas e sim de certezas. Não é hora de perguntas, mas sim de respostas. Cerremos fileiras em nome da democracia, pelo Brasil e por Minas Gerais. À luta!

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