Perigo: a reforma da Guedes será a partidarização do setor público

"Alguém avise ao ministro que a 'estabilidade' do funcionário público não é uma invenção brasileira. Ela foi adotada, aqui e em outros países, precisamente para evitar que o funcionário necessite ser 'aprovado' por seu chefe – e entenda-se por chefe exatamente aquele servidor comissionado que foi indicado pelo político que detém o poder no momento", escreve Rogério Correia. "Ou seja, a tal 'estabilidade' tão criticada por Guedes e ultraliberais é quem garante uma vacina do setor público contra a partidarização", acrescenta

Ministro da economia, Paulo Guedes
Ministro da economia, Paulo Guedes (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
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Alguém avise ao ministro que a “estabilidade” do funcionário público não é uma invenção brasileira. Ela foi adotada, aqui e em outros países, precisamente para evitar que o funcionário necessite ser “aprovado” por seu chefe – e entenda-se por chefe exatamente aquele servidor comissionado que foi indicado pelo político que detém o poder no momento.

Ou seja, a tal “estabilidade” tão criticada por Guedes e ultraliberais é quem garante uma vacina do setor público contra a partidarização.

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