Quem financia a máquina de fake news de Carlos “Goebbels” Bolsonaro?

"O assunto mais comentado no Twitter neste momento (30/07, 12h18) é a #Bolsonarotemrazão, com 59.400 tweets; ninguém vai me convencer que é uma hashtag espontânea, organizada por voluntários bolsonaristas", aponta Alex Solnik

Bolsonaro, sem rumo, tenta romper o cerco
Bolsonaro, sem rumo, tenta romper o cerco (Foto: Marcos Corrêa/PR)

Por Alex Solnik, para o Jornalistas pela Democracia - Enquanto todo o Brasil civilizado repudia e sente nojo das declarações do ditador, que tripudiou de uma vítima da barbárie de 64, deturpou a história, injuriou e caluniou, o assunto mais comentado no Twitter neste momento (30/07, 12h18) é a #Bolsonarotemrazão, com 59.400 tweets.

  Ninguém vai me convencer que é uma hashtag espontânea, organizada por voluntários bolsonaristas. Somente robôs e pessoas reais pagas conseguiriam produzir esse resultado abjeto. Não há tantos canalhas nem nas redes sociais.

  Isso é o resultado da atuação de uma bem- organizada máquina de propaganda feita à imagem e semelhança à de Hitler, com o acréscimo dos meios oferecidos pela revolução dos smartphones e da telemática, que ninguém sabe quanto custa, quem financia e de onde e que atua à margem do governo, mas em seu nome – e que é caríssima.

  Na Alemanha, seu principal objetivo era enaltecer a imagem e as palavras do fuhrer através de todos os meios de comunicação disponíveis centenas de vezes por dia. E desqualificar de forma grosseira e vil os que Hitler escolhia como adversários.

 Quem a montou e quem a controla é Carlos “Goebbels” Bolsonaro.  

  O mal que essa máquina faz ao país e aos brasileiros nós todos já sabemos.

  Falta saber se ela mantém algum laço financeiro com a rede internacional de bilionários do The Movement, movimento comandado pelo norte-americano Steve Bannon com o propósito de transformar democracias em governos de extrema-direita.

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