Sérgio Moro, o cão de guerra do império

Para a corriola da lava jato e seu chefe mor respeito à dignidade dos outros não é coisa relevante eticamente. O que importam são as falaciosas convicções. Provas, ora provas. O que há são as provas de que Lula e os programas sociais têm que ser destruídas e o Brasil vendido ao império

A sociedade brasileira cai na real cada vez mais. Sérgio Moro e sua tropa de choque não têm nenhuma missão de combater a corrupção. Não, de modo nenhum!

A caçada contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é coisa de cachorro adestrado por donos de destroços. Lula é o grande alvo do golpe que se impetrou debaixo de muitas malas de dólares e de facínoras traidores.

É preciso destruir o presidente que iniciou a retomada de políticas de recuperação da soberania nacional e de elevação do Brasil com desenvolvimento e justiça social mínima e auto estima perante o mundo.

Não importa a honestidade de Lula nem que ele prove nunca roubar nada do poder público nem que não é dono de tríplex e de chácara. Nada. Se isso importasse os verdadeiros ladrões e corruptos estariam todos em Curitiba. E na cadeia, a começar com o cão raivoso e adestrado do império.

Para a corriola da lava jato e seu chefe mor respeito à dignidade dos outros não é coisa relevante eticamente. O que importam são as falaciosas convicções. Provas, ora provas. O que há são as provas de que Lula e os programas sociais têm que ser destruídas e o Brasil vendido ao império.

A avacalhação das vidas das pessoas é tão gritante que Moro não respeita doenças, cirurgias e hospitalizações. Manda sua polícia com atitudes fascistas prender no hospital Albert Einstein de São Paulo o ex-ministro Guido Mantega, que estava ao lado da esposa em atendimento cirúrgico de câncer.

É de lamentar e de entristecer que funcionários públicos, subsidiados com altos salários pagos pelo Estado Brasileiro, se entreguem a serviços sujos na colaboração com um País que atenta contra todos os Países, principalmente os detentores de riquezas nas matas e nos subsolos, roubando matérias primas.

Além de trair nossa Pátria essas atitudes ajudam o imperialismo a promover as guerras que desagregam as Pátrias dos povos obrigados às humilhações dos desterros, reduzindo sua gente trabalhadora às sub condições de refugiados e esmoleiros dos ricos nas matrizes coloniais.

Colaborar com a política externa dos Estados Unidos é exercer o papel dos frangos que colaboram com a raposa no assalto ao galinheiro para devorar nossas galinhas dos ovos de ouro.

É cada vez mais cristalino que setores importantes do judiciário brasileiro são colaboracionistas no esmagamento de nossa democracia e de nosso poder de criar soberanamente o País que o nosso povo merece e precisa.

Por isso nossas mobilizações têm que crescer e envolver a Nação inteira. Na agenda das mobilizações, além das manifestações de ruas, há que incluir poderosas marchas à republiqueta de Curitiba, hoje seguramente símbolo da presença e das atividades do imperialismo no Brasil.

Hoje, dia 22 de setembro, os trabalhadores ensaiam greve geral. Depois é preciso parar o País e marchar à Curitiba.

Se setores da polícia federal, do ministério público e do judiciário traem nosso povo, roubam nossa economia recebendo altos salários para nos trair e aviltam eticamente nossa Pátria e sua soberania, temos que tomar atitude para reverter esse quadro deteriorante.

A bola para expulsar os cachorros treinados nas estufas do imperialismo está em nossos pés e em nossas mãos. Não há outro jeito.

De agora em diante as mobilizações têm que ser rigorosas, disciplinadas e massivas. Do judiciário e do parlamento não vem mais nada.

Povo na rua e marcha a Curitiba para expulsar Silvério dos Reis, traidor e assassino dos Tiradentes de hoje!

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