Serra tem que cair antes que entregue o Brasil

Os brasileiros e brasileiras não vão permitir que Serra entregue o pré-sal, que abandone o Mercosul e os Brics, e que aja para que voltemos a ser apenas capachos dos EUA e das multinacionais

Os brasileiros e brasileiras não vão permitir que Serra entregue o pré-sal, que abandone o Mercosul e os Brics, e que aja para que voltemos a ser apenas capachos dos EUA e das multinacionais
Os brasileiros e brasileiras não vão permitir que Serra entregue o pré-sal, que abandone o Mercosul e os Brics, e que aja para que voltemos a ser apenas capachos dos EUA e das multinacionais (Foto: Chico Vigilante)

Os brasileiros e brasileiras não vão permitir que Serra entregue o pré-sal, que abandone o Mercosul e os Brics, e que aja para que voltemos a ser apenas capachos dos EUA e das multinacionais.

Não vamos permitir que Serra se transforme em pólo de união de uma política externa da direita mais reacionária da América Latina, unida contra os interesses dos povos latino americanos, que na última década viveram tempos de maior igualdade e solidariedade no Brasil, na Argentina, no Paraguai, no Equador, na Venezuela, no Chile.

Não é a primeira vez nem será a última que cidadãos cientes do atraso que Serra representa para a nossa política externa protestam diante do Ministério das Relações Exteriores, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Vamos resistir.

Henrique Capriles, líder da oposição venezuelana, recebido por Serra na terça-feira (14/09) com certeza ouviu os gritos de centenas de manifestantes que ocuparam a rampa do Palácio do Itamaraty com palavras de ordem como Serra entreguista do pré-sal; Fora Facista, Fora Golpista.

Com certeza Capriles percebeu que no Brasil, assim como na Venezuela, existe uma resistência popular ao avanço da direita na sua insana trama golpista de retomada do poder, sem voto.

Felizmente as sementes plantadas pelos governos Lula e Dilma interna e externamente caminharam aliadas ao avanço da humanidade e não ao retrocesso.

Uma prova disso foi, na última década, uma maior aproximação com o continente latino americano por meio do Mercosul, com a Unasul, além do fortalecimento dos Brics, organização da qual o Brasil faz parte juntamente com Índia, China, e África do Sul, na busca de crescerem livres das garras do Tio Sam.

São esses parceiros, forjados na defesa de interesses mútuos, que hoje criticam duramente Serra pelas medidas tomadas à frente da pasta de ministro das Relações Exteriores.

A demonstração de insatisfação do governo chinês com o governo Temer ficou clara por meio de nota divulgada pela agência de notícias estatal chinesa Xinhua, esta semana, qualificando como boicote do governo Temer aos Brics, as medidas anunciadas por Serra como nova política externa brasileira.

As razões de Serra, em relação aos Brics, são esclarecidas pelo especialista Zhou Zhiwei, diretor executivo do Centro de Estudos Brasileiros do Instituto de América Latina da Academia de Ciências Sociais da China.

Em declarações à imprensa ele declarou que, "Temer tentará fortalecer a relação com os Estados Unidos e Europa a fim de que reconheçam a legitimidade do governo interino, e, para tanto, será forçado a manter distância dos membros do Brics para evitar desagradar Washington".

Mais claro impossível. Agora, mesmo assim, quem em sã consciência despreza parcerias com um mercado como o chinês, que vem crescendo acima de todos os outros do mundo?

Somente mentes minúsculas com um exacerbado complexo de vira-latas, ou um entreguista das riquezas brasileiras declarado como Serra.

Isso sem falar nas 20 páginas de certidão de crimes eleitorais e processos ativos por corrupção e improbidade administrativa, facilmente consultados via na internet. Basta clicar Processos contra José Serra.

Fora Serra!

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