Serraglio tem que esclarecer se a mala da JBS era para Temer

"O destino da mala contendo 500 mil reais que Rodrigo Rocha Loures recebeu da JBS era ele mesmo ou o presidente Michel Temer?", questiona o colunista do 247 Alex Solnik para o ex-ministro da Justiça e atual titular da Transparência, Osmar Serraglio; "Ou o novo ministro da Transparência toma a iniciativa de apurar esses fatos que abalaram o país e envolvem seu suplente na Câmara dos Deputados ou fica omisso como o ministro anterior e prova que só foi deslocado para a Transparência para continuar garantindo a Rocha Loures o tão precioso foro privilegiado"

"O destino da mala contendo 500 mil reais que Rodrigo Rocha Loures recebeu da JBS era ele mesmo ou o presidente Michel Temer?", questiona o colunista do 247 Alex Solnik para o ex-ministro da Justiça e atual titular da Transparência, Osmar Serraglio; "Ou o novo ministro da Transparência toma a iniciativa de apurar esses fatos que abalaram o país e envolvem seu suplente na Câmara dos Deputados ou fica omisso como o ministro anterior e prova que só foi deslocado para a Transparência para continuar garantindo a Rocha Loures o tão precioso foro privilegiado"
"O destino da mala contendo 500 mil reais que Rodrigo Rocha Loures recebeu da JBS era ele mesmo ou o presidente Michel Temer?", questiona o colunista do 247 Alex Solnik para o ex-ministro da Justiça e atual titular da Transparência, Osmar Serraglio; "Ou o novo ministro da Transparência toma a iniciativa de apurar esses fatos que abalaram o país e envolvem seu suplente na Câmara dos Deputados ou fica omisso como o ministro anterior e prova que só foi deslocado para a Transparência para continuar garantindo a Rocha Loures o tão precioso foro privilegiado" (Foto: Alex Solnik)

   Tomo a liberdade de sugerir ao novo ministro da Transparência, Osmar Serraglio, na condição de um dos brasileiros que colabora para custear seu salário e suas mordomias, tal como faz com os demais ministros e também com o presidente da República, que adote como sua primeira e inadiável missão esclarecer fatos criminosos que assistimos nos meios de comunicação envolvendo um assessor da Presidência da República.

   A cena de corrupção explícita, divulgada exaustivamente em todas as emissoras de TV do país talvez tenha escapado ao olhar do ex-ministro da pasta, Torquato Jardim, que, em retribuição à omissão foi alçado ao ministério da Justiça, mas não custa esperar que o novo ministro seja mais transparente que o anterior e se interesse em dirimir a dúvida que não abandona os brasileiros há mais de uma semana: o destino da mala contendo 500 mil reais que Rodrigo Rocha Loures recebeu da JBS era ele mesmo ou o presidente Michel Temer?

   “Dúvida” é força de expressão, já que o diretor da JBS encarregado do setor de propinas, Ricardo Saud garantiu ao MPF, sob a condição de não mentir, que se tratou da primeira parcela de um mega suborno de 480 milhões de reais que ele chamou de “a aposentadoria de Temer”. E aquela expressão de palerma que Rocha Loures exibiu nos horários mais nobres da televisão brasileira não ajuda a narrativa de que ele seria capaz de prestar um favor tão relevante ao frigorífico bandido a ponto de merecer uma contrapartida tão astronômica.

   Ou o novo ministro da Transparência toma a iniciativa de apurar esses fatos que abalaram o país e envolvem seu suplente na Câmara dos Deputados ou fica omisso como o ministro anterior e prova que só foi deslocado para a Transparência para continuar garantindo a Rocha Loures o tão precioso foro privilegiado.

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