Suprema Ironia

O jornalista Breno Altman classificou como "suprema ironia" que seja o ministro Gilmar Mendes o único do Supremo Tribunal Federal a enfrentar a "anarquia jurídica" criada pela Operação Lava Jato; "Não é algo entre irônico e vergonhoso que a bandeira do Estado de Direito, ao menos no terreno judicial, seja carregada por alguém como Gilmar Mendes, pela incapacidade da esquerda em disputar a hegemonia do Poder Judiciário, mesmo quando teve todas as chances para avançar nesse terreno?", questiona o jornalista em sua página no Facebook; "Tivemos onze chances e erramos todas. Atuamos como um jogador que tivesse onze pênaltis a bater e chutasse todas as bolas para fora. Não é pouca coisa..."

O jornalista Breno Altman classificou como "suprema ironia" que seja o ministro Gilmar Mendes o único do Supremo Tribunal Federal a enfrentar a "anarquia jurídica" criada pela Operação Lava Jato; "Não é algo entre irônico e vergonhoso que a bandeira do Estado de Direito, ao menos no terreno judicial, seja carregada por alguém como Gilmar Mendes, pela incapacidade da esquerda em disputar a hegemonia do Poder Judiciário, mesmo quando teve todas as chances para avançar nesse terreno?", questiona o jornalista em sua página no Facebook; "Tivemos onze chances e erramos todas. Atuamos como um jogador que tivesse onze pênaltis a bater e chutasse todas as bolas para fora. Não é pouca coisa..."
O jornalista Breno Altman classificou como "suprema ironia" que seja o ministro Gilmar Mendes o único do Supremo Tribunal Federal a enfrentar a "anarquia jurídica" criada pela Operação Lava Jato; "Não é algo entre irônico e vergonhoso que a bandeira do Estado de Direito, ao menos no terreno judicial, seja carregada por alguém como Gilmar Mendes, pela incapacidade da esquerda em disputar a hegemonia do Poder Judiciário, mesmo quando teve todas as chances para avançar nesse terreno?", questiona o jornalista em sua página no Facebook; "Tivemos onze chances e erramos todas. Atuamos como um jogador que tivesse onze pênaltis a bater e chutasse todas as bolas para fora. Não é pouca coisa..." (Foto: Breno Altman)

O único ministro do STF que enfrenta a anarquia jurídica criada pela Operação Lava Jato, com suas violações constitucionais e atropelos ao devido processo legal, gostemos ou não, é Gilmar Mendes.

Suas razões possivelmente são medonhas, defender sua gente, mas é ele quem tem coragem de afrontar a mídia, a PGR e sua própria corporação para repor o direito ao habeas corpus e outras garantias avariadas pelo regime de exceção em curso.

Os ministros indicados pelos governos petistas, por sua vez, oscilam entre a capitulação e a pusilanimidade, com a exceção de Toffoli, que acaba se somando à posição de Gilmar Mendes.

Será que apenas as forças conservadoras dispunham de buldogues para indicar ao STF, restando apenas uns poodles para nomeações originárias do campo progressista?

Não é algo entre irônico e vergonhoso que a bandeira do Estado de Direito, ao menos no terreno judicial, seja carregada por alguém como Gilmar Mendes, pela incapacidade da esquerda em disputar a hegemonia do Poder Judiciário, mesmo quando teve todas as chances para avançar nesse terreno?

Tivemos onze chances e erramos todas. Atuamos como um jogador que tivesse onze pênaltis a bater e chutasse todas as bolas para fora. Não é pouca coisa...

* Publicado originalmente no Facebook do autor

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