Tatibitábata

"O problema dessa moça é que ela é portadora mental dessa narrativa infantiloide - típica dos remediados - de que não existe nem esquerda nem direita. Existe, sim, e quem pensa assim vota sempre na direita, concorda sempre com a direita e, nas eleições passadas, ajudou, direta ou indiretamente, a eleger esse demente fascista que está no Palácio do Planalto", diz o colunista Leandro Fortes, Jornalista pela Democracia, sobre a deputada Tábata Amaral (PDT-SP)

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O problema dessa moça não está em quem a financia ou deixa de financiá-la. Essa é uma discussão estéril, uma falsa polêmica.

O problema dessa moça é que ela é portadora mental dessa narrativa infantiloide - típica dos remediados - de que não existe nem esquerda nem direita.

Existe, sim, e quem pensa assim vota sempre na direita, concorda sempre com a direita e, nas eleições passadas, ajudou, direta ou indiretamente, a eleger esse demente fascista que está no Palácio do Planalto.

Ou seja, Tábata é uma moça inteligente e muito preparada, mas tem esse perfil de isentona que agrada o eleitor que votou integralmente no Bozo, mas finge que votou em Amoedo, no primeiro turno.

Trata-se, na verdade, de mais um eflúvio da antipolítica, agora numa versão quase lúdica, na forma de uma moça bonita, de voz suave, cuidadosamente encaixada no lugar de fala – esse conceito abominável nascida, como tantos outros, da boa fé identitária.

Como Tábata, qualquer repórter com alguma experiência em política já viu passar mais de uma dúzia, pelo Congresso Nacional, nos últimos 20 anos.

 

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