Temer, convoque Diretas Já antes que o Brasil vire a Venezuela

"Temer disse que a única solução para a grave crise da Venezuela são eleições diretas já. É uma das poucas opiniões certeiras que deu desde que assumiu o poder. Aliás, se refletisse um pouco mais, diria o mesmo em relação ao Brasil: a solução para a crise é Diretas Já", alerta Alex Solnik, que lembra que "tanto lá como cá o alvo dos protestos é o presidente da República"; "Aqui ainda não temos as 20 mortes da Venezuela, mas a revolta com as reformas trabalhista e da Previdência está apenas começando a ir para as ruas. É melhor Temer sair, mas sair por cima, como o grande conciliador. E ele de certo modo alivia um pouco a pecha de golpista e traidor", avalia o jornalista

"Temer disse que a única solução para a grave crise da Venezuela são eleições diretas já. É uma das poucas opiniões certeiras que deu desde que assumiu o poder. Aliás, se refletisse um pouco mais, diria o mesmo em relação ao Brasil: a solução para a crise é Diretas Já", alerta Alex Solnik, que lembra que "tanto lá como cá o alvo dos protestos é o presidente da República"; "Aqui ainda não temos as 20 mortes da Venezuela, mas a revolta com as reformas trabalhista e da Previdência está apenas começando a ir para as ruas. É melhor Temer sair, mas sair por cima, como o grande conciliador. E ele de certo modo alivia um pouco a pecha de golpista e traidor", avalia o jornalista
"Temer disse que a única solução para a grave crise da Venezuela são eleições diretas já. É uma das poucas opiniões certeiras que deu desde que assumiu o poder. Aliás, se refletisse um pouco mais, diria o mesmo em relação ao Brasil: a solução para a crise é Diretas Já", alerta Alex Solnik, que lembra que "tanto lá como cá o alvo dos protestos é o presidente da República"; "Aqui ainda não temos as 20 mortes da Venezuela, mas a revolta com as reformas trabalhista e da Previdência está apenas começando a ir para as ruas. É melhor Temer sair, mas sair por cima, como o grande conciliador. E ele de certo modo alivia um pouco a pecha de golpista e traidor", avalia o jornalista (Foto: Alex Solnik)

Temer disse que a única solução para a grave crise da Venezuela são eleições diretas já. É uma das poucas opiniões certeiras que deu desde que assumiu o poder.

Aliás, se refletisse um pouco mais, diria o mesmo em relação ao Brasil: a solução para a crise é Diretas Já.

Tanto lá como cá o alvo dos protestos é o presidente da República.

Aqui ainda não temos as 20 mortes da Venezuela, mas a revolta com as reformas trabalhista e da Previdência está apenas começando a ir para as ruas. Movimento de rua a gente sabe como começa, mas não sabe como termina. A greve geral convocada para o próximo dia 28 pode marcar o início de uma escalada sem precedentes.

É melhor Temer sair, mas sair por cima, como o grande conciliador.

Sem revanchismo, sem Fora Temer.

Vamos esquecer velhos modelos. Temer não precisa deixar a cena pela porta dos fundos, como Jânio ou Collor, ao contrário: convoca eleições diretas para daqui a, digamos, seis meses.

E com direito a ser um dos candidatos, se quiser.

E com garantia de imunidade mesmo fora do governo.

Não é uma renúncia, é uma convocação pela pacificação do Brasil.

Não deixa o país no vácuo, é uma renúncia "para o bem do Brasil".

E ele de certo modo alivia um pouco a pecha de golpista e traidor.

A reforma mais urgente para os brasileiros não é a trabalhista nem a da Previdência, mas a reforma política.

Um dos artigos da constituição a ser modificado deveria ser o que fala acerca do impeachment.

Em caso de impeachment – na nova redação – devem cair os dois, presidente e vice e convoca-se novas eleições.

Desse modo se desestimula conspirações do vice. O vice alia-se ao presidente ameaçado porque sabe que também cai.

E também se evita a interminável batalha entre o grupo que perdeu e o que tomou o poder, que paralisa o país, como está paralisando.

As eleições pacificam.

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