Temer está cada vez mais Collor

"Isso que está acontecendo com Temer tem muito mais a ver com o que aconteceu com Collor do que com o que aconteceu com Dilma. Temer e Collor foram atingidos por escândalos de proporções monumentais. Foram pegos em flagrante. Denunciados por pessoas de suas relações pessoais", diz o colunista Alex Solnik; "Tal como se formou contra Collor a onda contra Temer está em plena formação, capitaneada pela Globo. A Record, cujo representante, o ministro Marcos Pereira está na delação da Odebrecht e na da JBS, avisou que não vai aderir"; a queda, no entanto, é inevitável; "Dilma foi derrubada por golpistas, Temer está sendo derrubado por ele mesmo"

"Isso que está acontecendo com Temer tem muito mais a ver com o que aconteceu com Collor do que com o que aconteceu com Dilma. Temer e Collor foram atingidos por escândalos de proporções monumentais. Foram pegos em flagrante. Denunciados por pessoas de suas relações pessoais", diz o colunista Alex Solnik; "Tal como se formou contra Collor a onda contra Temer está em plena formação, capitaneada pela Globo. A Record, cujo representante, o ministro Marcos Pereira está na delação da Odebrecht e na da JBS, avisou que não vai aderir"; a queda, no entanto, é inevitável; "Dilma foi derrubada por golpistas, Temer está sendo derrubado por ele mesmo"
"Isso que está acontecendo com Temer tem muito mais a ver com o que aconteceu com Collor do que com o que aconteceu com Dilma. Temer e Collor foram atingidos por escândalos de proporções monumentais. Foram pegos em flagrante. Denunciados por pessoas de suas relações pessoais", diz o colunista Alex Solnik; "Tal como se formou contra Collor a onda contra Temer está em plena formação, capitaneada pela Globo. A Record, cujo representante, o ministro Marcos Pereira está na delação da Odebrecht e na da JBS, avisou que não vai aderir"; a queda, no entanto, é inevitável; "Dilma foi derrubada por golpistas, Temer está sendo derrubado por ele mesmo" (Foto: Alex Solnik)

Isso que está acontecendo com Temer tem muito mais a ver com o que aconteceu com Collor do que com o que aconteceu com Dilma.

   Temer e Collor foram atingidos por escândalos de proporções monumentais. Foram pegos em flagrante. Denunciados por pessoas de suas relações pessoais.

   Depois que o irmão de Collor contou à Veja qual era o papel de PC Farias no governo e como o então presidente da República se comportava na intimidade, a unanimidade contra ele se formou rapidamente, como uma onda que ninguém consegue parar.

   Pessoas de todas as classes sociais, profissões, idades, hábitos e manias tinham 100% de certeza que ele não podia mais continuar no Planalto.

   O processo de impeachment que o derrubou (embora ele tenha renunciado antes do desfecho) foi consequência da entrevista de Pedro Collor.

   Tal como o processo que acabará por derrubar Temer será consequência da delação de Joesley Batista.

   Nunca houve unanimidade contra Dilma. Ninguém nem se lembra mais do que ela foi acusada, o que eram as tais pedaladas fiscais. A acusação sempre dividiu o país, entre os que estavam contra e a favor de Dilma.

   Hoje, nas ruas, é difícil encontrar quem seja a favor de Temer.

   Dilma não caiu por causa de nenhum escândalo, ninguém a denunciou por corrupção, ao contrário, até seus adversários a tinham como honesta; caiu devido a uma conspiração de corruptos a cujos planos ela se opunha, causando-lhes prejuízos.

   Ela jamais recebeu algum empresário, seja investigado ou não, no porão do Palácio da Alvorada, às 11 da noite de um domingo, nem o instruiu a não se identificar na portaria.

   Nenhum empresário, nem o próprio Joesley Batista jamais revelou ter contado a respeito de seus crimes na frente dela ou lhe pediu favores pessoais. Ou pediu para colocar seus apaniguados em cargos que lhe interessassem.

   Ela jamais foi gravada concordando com uma mesada para um ex-deputado corrupto que está atrás das grades para acalmá-lo.

   Nenhum delator jamais ouviu da boca dela pedidos de dinheiro.

   Nenhum empresário jamais contou ter entregue mala de dinheiro para um deputado que ela indicou para resolver os problemas de sua empresa com órgãos do governo.

   Dilma foi derrubada por golpistas, Temer está sendo derrubado por ele mesmo.

   Em sua delação, Joesley nunca se referiu a Dilma (nem a Lula) nos termos em que falou de Temer ou de Aécio. “Eles achavam que eu tinha que sustentá-los”. “Aécio não parava de pedir dinheiro”. Joesley nunca teve com Lula ou Dilma a intimidade que tinha com Temer. 

   E a história das contas abertas em seu nome para abastecer as campanhas de Lula e Dilma está longe de estar esclarecida. Se as contas estavam em seu nome, como os prepostos de Lula e Dilma as movimentavam? Tinham cartão da conta? A senha? Como o dinheiro chegava a Lula e a Dilma? Ou não chegava?

   Tal como se formou contra Collor a onda contra Temer está em plena formação, capitaneada pela Globo. A Record, cujo representante, o ministro Marcos Pereira está na delação da Odebrecht e na da JBS, avisou que não vai aderir.

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