“Truque de elite”... ou seria “Feliz ano velho”

O colunista Ricardo Cappelli critica o tom da entrevista do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) à Folha nesta sexta, onde o parlamentar afirmou que não é hora de unir as esquerdas; "Eu bato um papo com minha companheira blogueira da Folha, tomo um espumante na casa de Paula Lavigne com Caetano e...Eureca!!!! Uma visão extraordinária brota apontando que o melhor para esquerda brasileira é sua divisão. Saio dali e corro para ungir um novo 'líder de massas'", escreve Cappelli, ironizando a fala de Freixo

O colunista Ricardo Cappelli critica o tom da entrevista do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) à Folha nesta sexta, onde o parlamentar afirmou que não é hora de unir as esquerdas; "Eu bato um papo com minha companheira blogueira da Folha, tomo um espumante na casa de Paula Lavigne com Caetano e...Eureca!!!! Uma visão extraordinária brota apontando que o melhor para esquerda brasileira é sua divisão. Saio dali e corro para ungir um novo 'líder de massas'", escreve Cappelli, ironizando a fala de Freixo
O colunista Ricardo Cappelli critica o tom da entrevista do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) à Folha nesta sexta, onde o parlamentar afirmou que não é hora de unir as esquerdas; "Eu bato um papo com minha companheira blogueira da Folha, tomo um espumante na casa de Paula Lavigne com Caetano e...Eureca!!!! Uma visão extraordinária brota apontando que o melhor para esquerda brasileira é sua divisão. Saio dali e corro para ungir um novo 'líder de massas'", escreve Cappelli, ironizando a fala de Freixo (Foto: Ricardo Cappelli)

Reflexões sobre a entrevista de Freixo à Folha

"Eu bato um papo com minha companheira blogueira da Folha, tomo um espumante na casa de Paula Lavigne com Caetano e...Eureca!!!! Uma visão extraordinária brota apontando que o melhor para esquerda brasileira é sua divisão. Saio dali e corro para ungir um novo "líder de massas."

Deus do céu. O estrelato no filme global e a presidência do fã clube de Bretas fazem as pessoas perderem a noção da realidade e transformarem a brutal luta de classes no Brasil numa nova "Bossa Nova de Ipanema" ou numa pedalada na Vila Madalena.

Salvou ao menos a sinceridade ao reconhecer que boa parte de seus eleitores são os mesmos de Bolsonaro. Oi? Alguém falou em negação da política? Udenismo? Querer superar o PT reeditando o que de pior o PT exerceu em sua trajetória parece um Feliz Ano Velho.

Os movimentos de 2013 não deram a base para onda conservadora de ataque à política e fortalecimento de parcelas antinacionais do aparato estatal? Qual a resultante? E depois são os outros que não entenderam nada....

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