Um vídeo imprescindível sobre a manipulação midiática em tempos de guerra

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(Foto: Reprodução)


Por Jair de Souza 

Com a guerra acontecendo na Europa entre a Rússia e as forças dos Estados Unidos e da OTAN, representadas nominalmente pela Ucrânia, estamos presenciando ao vivo aquilo que caracteriza uma clara manipulação midiática com vistas a ganhar corações e mentes para a causa do imperialismo a nível mundial.

Ao longo de todo nosso planeta, os meios de comunicação que seguem a hegemonia dos Estados Unidos (ou seja, a esmagadora maioria dos meios existentes) entraram todos de cabeça na tarefa que lhes foi designada: a de demonizar Vladimir Putin e tudo o que pudesse servir de boa referência em relação à Rússia.

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O mais interessante de tudo isto é que, pelo estudo da história, aprendemos que a manipulação comunicacional foi uma das principais ferramentas usadas pelos dirigentes do nazismo (tanto o italiano como o alemão) para mobilizar suas bases e lançá-las como cães ferozes sobre os inimigos escolhidos.

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O que estamos constatando nesta oportunidade, é que a manipulação flagrante e grosseira está sendo deslanchada exatamente por aqueles que querem nos passar a imagem de respeitadores da verdade.

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Como respeitar a verdade amparando-se em mentiras? Esta é uma indagação à qual, até o presente, nem os “sábios” bolsonaristas sabem dar resposta.

Como eliminar e cancelar uma nação e seu dirigente, ao tempo em que o lado com o qual nos identificamos é notoriamente reconhecido como um covil de nazistas? E não tão somente de nazistas em termos teóricos, pois a Ucrânia atual alberga no seio de seu governo e de suas forças armadas agrupações direitistas claramente vinculadas ao nazismo.

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Por isso, ver este vídeo de RT com atenção vai nos ajudar a entender um pouquinho melhor o que está por trás daquilo que estamos vendo e ouvindo pelos meios de comunicação ao redor do planeta. Também poderemos entender melhor porque nossa extrema direita brasileira passou a considerar a Ucrânia como sua Meca santificada desde 2014.

Assista:

Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

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