Unidade contra a vendeta neoliberal

"Mais do que nunca, o que está em jogo é a soberania nacional. Aliás, a expressão 'soberania nacional' vem sendo desconstruída pela grande mídia e já é pormenorizada pela própria sociedade. Um sintoma gravíssimo. Soberania é garantir às brasileiras e aos brasileiros, que possam decidir os destinos da nação e decidir como usufruir das riquezas naturais e das produzidas por nós em nosso território", diz o colunista Daniel Samam; "ou saímos da letargia e buscamos uma saída de forma unitária do campo popular, ou a nossa luta se tornará mais difícil frente ao modelo de estado imposto, que desvaloriza toda história que trabalhadoras e trabalhadores construíram com muito sangue, suor e lágrimas"

"Mais do que nunca, o que está em jogo é a soberania nacional. Aliás, a expressão 'soberania nacional' vem sendo desconstruída pela grande mídia e já é pormenorizada pela própria sociedade. Um sintoma gravíssimo. Soberania é garantir às brasileiras e aos brasileiros, que possam decidir os destinos da nação e decidir como usufruir das riquezas naturais e das produzidas por nós em nosso território", diz o colunista Daniel Samam; "ou saímos da letargia e buscamos uma saída de forma unitária do campo popular, ou a nossa luta se tornará mais difícil frente ao modelo de estado imposto, que desvaloriza toda história que trabalhadoras e trabalhadores construíram com muito sangue, suor e lágrimas"
"Mais do que nunca, o que está em jogo é a soberania nacional. Aliás, a expressão 'soberania nacional' vem sendo desconstruída pela grande mídia e já é pormenorizada pela própria sociedade. Um sintoma gravíssimo. Soberania é garantir às brasileiras e aos brasileiros, que possam decidir os destinos da nação e decidir como usufruir das riquezas naturais e das produzidas por nós em nosso território", diz o colunista Daniel Samam; "ou saímos da letargia e buscamos uma saída de forma unitária do campo popular, ou a nossa luta se tornará mais difícil frente ao modelo de estado imposto, que desvaloriza toda história que trabalhadoras e trabalhadores construíram com muito sangue, suor e lágrimas" (Foto: Daniel Samam)

Ao invés de buscar a unidade e ampliar, permanecemos jogando uns para os outros a responsabilidade pela maior derrota sofrida pelo campo popular. O sectarismo e o revanchismo nos cegam, tornando-nos co-responsáveis pela não resistência frente à vendeta neoliberal que desmonta o Estado e destrói direitos duramente conquistados.

Parece que não nos importamos que mais de 50 empresas públicas foram postas à venda, no novo e grande ciclo de privatizações no Brasil. Uma espécie de saldão do Estado brasileiro. Imaginem, por exemplo, a geração de energia, crucial para a atividade econômica, nas mãos de empresas estrangeiras; o que dizer da emissão da nossa moeda e de nossos passaportes sob controle de grandes empresários; imaginem nossa aposentadoria subjugada à lógica dos bancos privados. Assistimos atônitos a reforma eleitoreira que a direita articula para preservar seus mandatos, para se protegerem de eventuais investigações e para instalar um o Estado Oligárquico de fato no país. Sem contar na insólita entrega à iniciativa privada de uma área da Amazônia com extensão equivalente ao território da Dinamarca para exploração de ouro e outros minerais nobres na base da canetada, via decreto presidencial.

Mais do que nunca, o que está em jogo é a soberania nacional. Aliás, a expressão "soberania nacional" vem sendo desconstruída pela grande mídia e já é pormenorizada pela própria sociedade. Um sintoma gravíssimo. Soberania é garantir às brasileiras e aos brasileiros, que possam decidir os destinos da nação e decidir como usufruir das riquezas naturais e das produzidas por nós em nosso território.

Ou saímos da letargia e buscamos uma saída de forma unitária do campo popular, ou a nossa luta se tornará mais difícil frente ao modelo de estado imposto, que desvaloriza toda história que trabalhadoras e trabalhadores construíram com muito sangue, suor e lágrimas.

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