Uol, da Folha, xinga presidentes e lembra ditabranda

Lula foi chamado de filho da puta. José Sarney foi agredido igualmente. Collor foi brindado como imbecil e a atual mandatária do País foi denominada como assassina



Não pensem os desavisados, os lorpas, os coxinhas, os ingênuos e os alienados que a Folha de S. Paulo propriedade de uma família bilionária, os Frias, e politicamente golpista por natureza se enganou ou foi uma falha quando publicou no portal de notícias UOL uma foto com a presidenta Dilma Rousseff e todos os ex-presidentes em viagem à África do Sul para o funeral do líder comunista Nelson Mandela.

A foto é lamentável e de uma falta de educação e patifaria que deixaria qualquer cafajeste ruborizado com tanta ousadia, arrogância, prepotência e, sobretudo, o total desrespeito com pessoas instituídas pelo povo brasileiro por intermédio do voto soberano, independente e que estavam a representar o Brasil nos eventos realizados na África do Sul por causa da morte de Mandela.

Nada a estranhar a atitude de gente de imprensa que não tem o menor respeito pelas regras democráticas e pelo convívio civilizado, apesar das diferenças políticas e ideológicas. A verdade é que essa imprensa de mercado que viceja no Brasil compõe um dos piores grupos econômicos que se tem notícia no último século. Eles são simplesmente nefastos, infames e sem qualquer verniz ético ao tratar da causa pública e dos interesses do povo brasileiro.

As ofensas são pesadíssimas, publicadas e, portanto, vistas e ponderadas por milhares de pessoas, que devem ter se impressionado com as agressões gratuitas, porque o UOL, do Grupo Folha foi de uma baixaria que retrata magnificamente a alma e as intenções de empresários e de seus capatazes que são capazes de tudo para medir forças, desconstruir e desqualificar as imagens de pessoas que estão no poder ou estiveram para o inconformismo dessa gente que comporta como verdadeiros marginais da imprensa de negócios privados.

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Lula foi chamado de filho da puta. José Sarney foi agredido igualmente. Collor foi brindado como imbecil e a atual mandatária do País foi denominada como assassina. Fernando Henrique Cardoso também foi xingado de fantoche opositor. Uma ofensa leve talvez porque o UOL do Grupo Folha considere a ditadura brasileira uma "ditabranda", bem como todo mundo sabe, até os recém-nascidos e os mortos que FHC sempre contou com a indisfarçável simpatia e o apoio dos magnatas bilionários de imprensa e de seus bate-paus, que atuam e agem também como capangas para ofender, mentir, caluniar e criar situações artificiais, e, por sua vez, fazer da política brasileira uma fábrica de crises, cujo interesse é político, eleitoral e evidentemente empresarial.

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É a Folha de S. Paulo (UOL) a ter sua milionésima recaída e a mostrar seus dentes draconianos a escorrer sangue, a exemplo do que ocorreu nos tempos da repressão da ditadura militar que a Folha e a família Frias conhecem tão bem, afinal tal empresa jornalística emprestava seus carros de reportagem aos torturadores para carregar suas vítimas para o DOI-Codi, Dops e outros antros e covis para dilacerarem as almas e os corpos de seus prisioneiros.

O UOL, da Folha, não tem limites e publica agressões pesadas a pessoas institucionalizadas, sendo que o senador Sarney é o ex-presidente do Congresso Nacional e Dilma Rousseff é a presidenta da República. Não se trata meramente de antipatias e matreirices ou simplesmente grosserias explícitas. A questão é mais complexa, porque as agressões são públicas e, por conseguinte, provocações que violam os limites do bom senso, da civilidade e transformam a política e o jornalismo em espaços sem regras e leis onde se rasgam solenemente as páginas da Constituição e do Direito.

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A Folha do Otavinho Frias, quem diria... O mesmo pasquim panfletário de direita que publicou antes das eleições de 2010 uma ficha falsa de Dilma Rousseff quando a mandatária militava contra a ditabranda da família Frias. O jornal conservador e imperialista que considerou o FHC – o Neoliberal I – um homem de caráter porque ele reconheceu um de seus filhos aos 18 anos e logo depois ficou sabendo que tal "filho" não era seu, conforme comprovaram os exames de DNA, fato este surreal e ridículo por si só e que lembra uma comédia pastelão, mas que foi prontamente abafado e pouquíssimo comentado pela imprensa corporativa. Ah, imaginem se fosse com o Lula... O que esses vassalos de barão de imprensa não fariam e falariam?

Pois é. É assim que a banda toca neste País onde os empresários mandam e desmandam e querem e muitas vezes conseguem pautar os Poderes da República. Promovem todo tipo de golpe e quando desejam partem puramente para a agressão mais calhorda e cafajeste com a finalidade de deixar seus inimigos políticos de joelhos e reticentes quanto a reagir à altura às manchetes e às ofensas canalhas da imprensa elaborada por patrões e empregados que não têm quaisquer dignidades quando se trata do embate político de fundo empresarial.

O UOL, da Folha de S. Paulo, é a própria indignidade quando, de forma pública, agride pessoas constitucionalmente eleitas ou que representam de uma forma de outra o País e não se importa nem ao menos com as consequências por ter certeza da impunidade. O UOL, da Folha, se comporta como aqueles bandidos que saem às ruas para matar e roubar, mas não se preocupam com nada porque sabem que a impunidade é total ou que a punição é branda, a exemplo da ditabranda da Folha de S. Paulo (UOL). É isto que dá o Brasil e o Governo trabalhista não efetivarem um marco regulatório para as mídias. É isso aí.

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