Vaza ligação telefônica com Marco Feliciano chamando Jair Bolsonaro de "messias"

Na conversa o desditoso chega a chamar o nazista Jair Bolsonaro de messias. A conversa desqualificada e terrorista entre eles é espantosamente de dar vergonha. O caráter fascista de perseguição a partidos e a pessoas é escancarado. Chegam a falar mal do Supremo Tribunal Federal e do Promotor Rodrigo Janot. Apenas elogiam o STF quando vêm nele inclinações no sentido de apoiar o golpe contra a democracia

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Minha leitora Professora Maria Lucia de Lima

Obrigado pelo elogio que fez a meu humilde mas consciente trabalho. Conto com mais comentários seus aqui.

Esclareço-lhe que não desconsidero nenhuma igreja, nenhum ou nenhuma pastor/a, pai de santo, sacerdote, ninguém. Tenho pela fé que anima e molda as pessoas o mais profundo respeito. Tanto é assim que na Ibrapaz conto com inúmeros segmentos religiosos representados nas pessoas que nela exercem cargos e lideranças.

Sempre conclamo a que as pessoas de todas as religiões e denominações cristãs se unam contra o golpe que se arma para destruir a democracia.

Porém, quando qualquer pastor, pastora, padre, bispo, cardeal, pai de santo ou outras lideranças, cujos títulos não conheço, tratam de temas sobre nosso País, sobre política, sobre democracia penso que saem dos limites de suas religiosidades para entrar no campo de interesse nacional.

Esse é o caso de autointitulado "pastor" Marco Feliciano.

O aludido cidadão quando atuou na presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados se notabilizou por fazer o contrário do que qualquer cartilha sobre os direitos ensina. Perseguiu homossexuais, adeptos de religiões de matrizes afrodescendentes, inoculou malquerença e divisão na sociedade brasileira.

A cada dia o deputado Marco Feliciano mostra a cara antidemocrática, fascista e plena de cinismo.

Abaixo posto uma gravação de uma conversa telefônica que vazou e veio a público, que mostra a articulação satânica promovida por um deputado dito cristão, pago com o dinheiro público, mas que, em desvio de função e de poder, usa o cargo parlamentar para armar o golpe contra a democracia.

Na conversa o desditoso chega a chamar o nazista Jair Bolsonaro de messias. A conversa desqualificada e terrorista entre eles é espantosamente de dar vergonha. O caráter fascista de perseguição a partidos e a pessoas é escancarado. Chegam a falar mal do Supremo Tribunal Federal e do Promotor Rodrigo Janot. Apenas elogiam o STF quando vêm nele inclinações no sentido de apoiar o golpe contra a democracia.

A intenção subterrânea de colaboração com o golpe com motivações homofóbicas, ideológicas de direita, com destruição dos pilares da democracia é assustadora.

Impressiona a admiração dos dois, principalmente do autointitulado pastor Feliciano, pelo gangster Eduardo Cunha. Feliciano o considera um gênio. Propõe ao nazista Bolsonaro que se trabalhe para blindar o chefe de gangue que preside a Câmara e o golpe. Defende que tal é essencial para proteger sua missão de destruir a democracia.

Escrevi aqui e falei aqui sobre o papel terrível de evangélicos pentecostais e católicos da renovação carismática na formação de uma casta notadamente fascista, com claro objetivo de destruir a democracia. Feliciano exerce atividade movimentada no cumprimento desse projeto maléfico.

Há pouco me convidaram para participar de um grupo de evangélicos no what's app. Minha permanência durou mais ou menos dez minutos. O grau de intolerância, de desprezo pelo conhecimento, pela ciência, pela democracia e pelo respeito aos diferentes é escandaloso. O princípio no qual se baseiam para discursar é o "eu acho que", expressão típica da arrogância dos donos da verdade, embora dela se distanciem quilômetros. As pessoas que acham que sabem tudo iludem-se com a ideia de que a verdade é absoluta no seu "achismo".

Marco Feliciano serve a esse mesmo tipo de sub pensamento, do atraso e do afastamento de significativos setores cristãos dos postulados originais do cristianismo. Fizeram de suas igrejas sub legendas de partidos de direita com conotação terrorista, motivados pelo fundamentalismo analfabeto, nada a dever ao Estado Islâmico.

Conscientemente ou não o deputado que malversa o mandato que o povo lhe deu, com sua atitude racista, homofóbica, fundamentalista e golpista, liga com fio explosivo a sua alardeada "nação evangélica" com os piores atos praticados por batistas, metodistas e outros do Sul dos Estados Unidos quando pregavam destacando da Bíblia textos isolados para reforçar seus crimes contra os negros. Após os cultos vestiam suas carapuças da ku klux-klan e saiam pela vizinhança para torturar e matar a todos que eram negros.

Evangélicos missionários mandados para o Brasil pelo expansionismo dos Estados Unidos para fazer missões foram perseguidos e perturbados por bandos de católicos fanáticos.

O auto intitulado pastor da "nação evangélica" faz o mesmo com os que se posicionam na vida de modo diferente dele.

Marco Feliciano exerce o cargo de deputado de modo antissocial, ante todos e somente a favor dos fanáticos que concordam com ele. Penso que é passível de cassação por falta de decoro democrático.

Quanto a Jair Bolsonaro, o messias de Feliciano? Esse é favas contadas. Deve ser caçado logo.

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