Votação ilegítima como o presidente

O País assistiu ontem (25), mais uma cena deprimente de uma Câmara de vendidos (em sua maioria), comprometida com um criminoso comprovado, que dirige de forma ilegal, irresponsável e descredibilizada, o maior País da América Latina

O País assistiu ontem (25), mais uma cena deprimente de uma Câmara de vendidos (em sua maioria), comprometida com um criminoso comprovado, que dirige de forma ilegal, irresponsável e descredibilizada, o maior País da América Latina
O País assistiu ontem (25), mais uma cena deprimente de uma Câmara de vendidos (em sua maioria), comprometida com um criminoso comprovado, que dirige de forma ilegal, irresponsável e descredibilizada, o maior País da América Latina (Foto: Ricardo Fonseca)

O País assistiu ontem (25) a mais uma cena deprimente de uma Câmara de vendidos (em sua maioria), comprometida com um criminoso comprovado, que dirige de forma ilegal, irresponsável e descredibilizada o maior País da América Latina.

Se formos buscar na Constituição Federal, no artigo 85, encontraremos todos os crimes cometidos ou com a intenção de cometer pelo excelentíssimo senhor presidente decorativo definitivo Michel Temer em pouco mais de um ano de seu desgoverno. Vejamos:

Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

I - a existência da União;

II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;

IV - a segurança interna do País;

V - a probidade na administração;

VI - a lei orçamentária;

VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.

Pois bem, fazendo uma conexão verídica dos fatos, enumeramos todos eles (cometidos ou dependentes do Congresso para cometer), para não restar dúvidas sobre as suas devidas materialidades e robustez sem suposições e/ou achismos:

I - Redução do Estado através das privatizações e de medidas que visem produzir perdas salariais e direitos fundamentais do funcionalismo público, travestidos de medidas estratégicas para reduzir despesas e melhorar o resultado fiscal. Veja aqui.

II - O livre exercício do poder legislativo resume-se em favorecer deputados através de super-emendas, cargos no primeiro e segundo escalões, etc. Com o poder judiciário, receber ministro do STF de noite e nos fins de semana (fora da agenda) e dar carona em avião presidencial em viagem internacional à Portugal. Do MP, nomear para a Procuradora Geral da República a segunda colocada na lista tríplice. Confira aqui.

III - Orquestrou o Impeachment de Dilma e atentou contra os direitos individuais como tempo e condições para aposentadoria, Jornada de trabalho de 12 horas e legalização do trabalho escravo. Reveja aqui, aqui e aqui.

IV - Privatizações do setor elétrico e da Petrobrás, coloca em risco a soberania nacional. Reveja aqui.

V - Denúncias de crimes de obstrução de Justiça, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e prevaricação. Reveja aqui.

VI - Rombo Fiscal hoje em torno de 300 bilhões. Confira aqui.

VII - Mudou a lei de crime de responsabilidade fiscal (motivo aparente que "derrubou" a ex-presidenta Dilma) porque sabia que iria descumpri-la. Veja aqui.

 

O ensaio acima tem a pretensão de demonstrar, que mesmo com o livramento das duas denúncias na Câmara Federal, se quisesse o Supremo Tribunal Federal – STF, no alto de suas prerrogativas jurídicas, poderia e deveria afastar sumariamente o presidente Temer de suas atribuições legais, por todos os motivos acima elencados e, intrinsecamente vinculados aos crimes previstos na Carta Magna deste País.

Portanto, a sua permanência no cargo além de ser um gritante desrespeito ao cumprimento da Constituição (a lei não deveria ser pra todos?) é um acinte à vontade popular de 99,9% do povo brasileiro.

Venceu os 1% da elite branca e escravocrata, representada por 251 contra 233 parlamentares sérios. Os vencedores, fingiram ser representantes de quem os elegeu e, numa manobra repetitiva e amplamente divulgada, salvaram pela segunda vez (não sei até quanto mais?), o mandato do "injustiçado, perseguido e santo" Michel Temer.

Porque votação ilegítima? Simples assim: Votaram SIM - 251 GOLPISTAS, NÃO - 233 PREOCUPADOS COM O POVO e AUSENTES - 54,5 MILHÕES DE BRASILEIROS.

Um dia a Ministra Carmem Lúcia (presidente do STF) disse que iria: "ouvir a voz das ruas". A pergunta que não quer calar é: De que ruas ou em que país, ela estava se referindo? Porque se fosse aqui no Brasil, só não vê, ouve, escuta, sente e comprova a vontade popular, quem tem algum déficit funcional (de nascença ou acidente), quem assiste à Globo ou quem definitivamente por motivos que fogem a compreensão humana, não quer fazê-lo.

O General Mourão disse no dia 17 de Setembro, na Loja Maçônica Grande Oriente em Brasília: "Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso", sugerindo uma intervenção militar. Todos os Poderes da República ficaram ouriçados. Tudo indica, que se Carmem Lúcia não tirar Temer do poder, será o próprio Deus que terá de fazê-lo, por sua conta e risco. Hahaha!!!!

Pela trilionésima vez e quantas mais forem necessárias: #ForaTemerJá

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