100 nomes do Swissleaks estão na mira da Receita

"Temos condições de identificar algo em torno de 100 contribuintes que realmente são de interesse do Fisco, mas para tanto a Receita precisa ter informações autênticas da base de dados", afirmou o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, durante sessão da CPI do HSBC; ele também informou que uma missão da Receita já está em território francês para levantar informações sobre o caso e que, apesar de todo o esforço conjunto das autoridades, as movimentações financeiras ilícitas continuam sendo "difíceis de serem detectadas"

"Temos condições de identificar algo em torno de 100 contribuintes que realmente são de interesse do Fisco, mas para tanto a Receita precisa ter informações autênticas da base de dados", afirmou o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, durante sessão da CPI do HSBC; ele também informou que uma missão da Receita já está em território francês para levantar informações sobre o caso e que, apesar de todo o esforço conjunto das autoridades, as movimentações financeiras ilícitas continuam sendo "difíceis de serem detectadas"
"Temos condições de identificar algo em torno de 100 contribuintes que realmente são de interesse do Fisco, mas para tanto a Receita precisa ter informações autênticas da base de dados", afirmou o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, durante sessão da CPI do HSBC; ele também informou que uma missão da Receita já está em território francês para levantar informações sobre o caso e que, apesar de todo o esforço conjunto das autoridades, as movimentações financeiras ilícitas continuam sendo "difíceis de serem detectadas" (Foto: Paulo Emílio)

247 - O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, disse, durante audiência pública na CPI do HSBC, em Brasília, que a Receita já identificou cerca de 100 nomes que constam na lista do Swissleaks e que são alvo de interesse do Fisco. O número foi tirado de uma lista inicial de 342 nomes que foram divulgados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e que foram compartilhados com a Receita Federal e o Banco Central. Rachid disse, ainda, que apesar de todo o esforço conjunto as movimentações financeiras ilícitas continuam sendo "difíceis de serem detectadas".

Ainda segundo o secretário da Receita Federal, 260 nomes contidos na lista apareciam no Cadastro de Pessoa Física (CPF), sendo que destes apenas três haviam declarado a existência de valores depositados na conta da filial suíça do HSBC. Outros 69 teriam encerrado suas contas. A lista preliminar apontou, também, 27 residentes no exterior, 62 estrangeiros e 29 que aparecem como tendo falecido na base de dados do CPF.

"Temos condições de identificar algo em torno de 100 contribuintes que realmente são de interesse do Fisco, mas para tanto a Receita precisa ter informações autênticas da base de dados", disse Rachid. Ele também informou que uma missão da Receita já está em território francês para levantar maiores informações sobre o caso.

"Há uma missão na França trabalhando para a coleta desses dados. Estão trabalhando essa semana lá. Essas informações nós poderemos usar para natureza tributária. O propósito da PGR (Procuradoria Geral da República) é mais amplo e, por isso, é pertinente a busca de informação por outros canais", destacou.

 

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