13 de agosto: estudantes e trabalhadores irão às ruas em defesa da Educação e Previdência

A União Nacional dos Estudantes (UNE), em conjunto com centrais sindicais e movimentos sociais, convoca a população para o grande ato no dia 13 de agosto, para dizer não ao desmonte ofertado pelo governo Bolsonaro na área da educação e contra os cortes de garantias sociais históricas, como a Previdência Social

(Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247)

247 - A União Nacional dos Estudantes (UNE), em conjunto com centrais sindicais e movimentos sociais, convoca a população para o grande ato no dia 13 de agosto, para dizer não ao desmonte ofertado pelo governo Bolsonaro na área da educação e contra os cortes de garantias sociais históricas, como a Previdência Social.

 A expectativa das entidades organizadoras é juntar mais de um milhão de manifestantes nas ruas do Brasil.  

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, "os trabalhadores e estudantes levarão às ruas muita força, intensidade e paralisações, para rejeitar os retrocessos do governo Bolsonaro".

Servidores em luta 

Os servidores também irão unificar forças com os estudantes. Segundo o diretor do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), Samuel Fernandes, o objetivo é fazer uma manifestação maior do que a de maio, que contou com manifestações em ao menos 170 cidades. Somente na capital do país, o protesto reuniu 6 mil pessoas.

Em entrevista concedida ao Portal Metropoles, ele disse: “Nós queremos reunir estudantes, professores e trabalhadores de todo o Brasil. Queremos fazer um grande ato contra os cortes na educação, contra os retrocessos desse governo, como a Previdência e os ataques à democracia. Vamos também lutar para revogar a Emenda nº 95 [teto dos gastos]. Temos que lutar contra essa política neoliberal, privatista e antidemocrática”, argumentou.

De acordo com Samuel, os estudantes, servidores e professores também vão fazer uma paralisação geral no dia do protesto. 



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