'A quem interessa criminalizar o usuário de drogas?"

Segundo o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) e Cristiano Maronna, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais e secretário-executivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, o País e a sociedade só têm a ganhar se o STF confirmar a inconstitucionalidade das punições a quem usa drogas: “Ao pensarmos a segurança pública e a urgência de uma nova política de drogas, é cada vez mais evidente que devemos nos concentrar no tráfico. O resto é fumaça"

Segundo o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) e Cristiano Maronna, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais e secretário-executivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, o País e a sociedade só têm a ganhar se o STF confirmar a inconstitucionalidade das punições a quem usa drogas: “Ao pensarmos a segurança pública e a urgência de uma nova política de drogas, é cada vez mais evidente que devemos nos concentrar no tráfico. O resto é fumaça"
Segundo o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) e Cristiano Maronna, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais e secretário-executivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, o País e a sociedade só têm a ganhar se o STF confirmar a inconstitucionalidade das punições a quem usa drogas: “Ao pensarmos a segurança pública e a urgência de uma nova política de drogas, é cada vez mais evidente que devemos nos concentrar no tráfico. O resto é fumaça" (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) e Cristiano Maronna, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais e secretário-executivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, o País e a sociedade só têm a ganhar se o STF confirmar a inconstitucionalidade das punições a quem usa drogas.

Eles chamam atenção para o fato de o encarceramento em massa de usuários de drogas, muitos deles enquadrados como traficantes, ser uma das razões da superlotação do sistema prisional brasileiro. “O Brasil tinha 607.700 presos em meados do ano passado. A estatística do Ministério da Justiça coloca o País em quarto lugar no ranking mundial de população encarcerada, tanto em números absolutos – atrás apenas de Estados Unidos, China e Rússia –, como em números proporcionais – atrás de Estados Unidos, Rússia e Tailândia”, destacam.

“Ao pensarmos a segurança pública e a urgência de uma nova política de drogas, é cada vez mais evidente que devemos nos concentrar no tráfico. O resto é fumaça », concluem (leia mais).

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