Advogada que entrou em transe acredita estar fazendo um bem a Dilma

Chamada de "jurista" na entrevista que concedeu ao jornal Estado de S. Paulo, a advogada Janaína Paschoal, uma das que assina o pedido de impeachment que corre na Câmara contra Dilma Rousseff, diz que abraçaria a presidente se tivesse a chance; "Sei que ela deve estar sofrendo demais. A posição de quem acusa é muito dura. Não gosto desse papel. Acho que ela foi engendrada pelas cobras que estavam ao redor dela. De alguma forma, acho que estou fazendo um bem pra ela"

Chamada de "jurista" na entrevista que concedeu ao jornal Estado de S. Paulo, a advogada Janaína Paschoal, uma das que assina o pedido de impeachment que corre na Câmara contra Dilma Rousseff, diz que abraçaria a presidente se tivesse a chance; "Sei que ela deve estar sofrendo demais. A posição de quem acusa é muito dura. Não gosto desse papel. Acho que ela foi engendrada pelas cobras que estavam ao redor dela. De alguma forma, acho que estou fazendo um bem pra ela"
Chamada de "jurista" na entrevista que concedeu ao jornal Estado de S. Paulo, a advogada Janaína Paschoal, uma das que assina o pedido de impeachment que corre na Câmara contra Dilma Rousseff, diz que abraçaria a presidente se tivesse a chance; "Sei que ela deve estar sofrendo demais. A posição de quem acusa é muito dura. Não gosto desse papel. Acho que ela foi engendrada pelas cobras que estavam ao redor dela. De alguma forma, acho que estou fazendo um bem pra ela" (Foto: Gisele Federicce)

247 – A advogada Janaína Paschoal, que assina, junto com o também advogado Hélio Bicudo, o pedido de impeachment que corre na Câmara contra a presidente Dilma Rousseff, acredita ter feito um bem à chefe do Executivo.

Questionada sobre o que diria para Dilma se estivesse em sua frente, respondeu: "Eu iria abraçá-la. Sei que ela deve estar sofrendo demais. A posição de quem acusa é muito dura. Não gosto desse papel. Acho que ela foi engendrada pelas cobras que estavam ao redor dela. De alguma forma, acho que estou fazendo um bem pra ela".

Chamada de "jurista" na entrevista que concedeu ao jornal O Estado de S. Paulo neste domingo 10, Janaína virou celebridade na internet na última semana, depois de ter feito um discurso em transe durante ato pró-impeachment no Largo São Francisco, a Faculdade de Direito da USP, onde defendeu o fim da "república da cobra", em uma referência ao ex-presidente Lula.

Sobre o dia que ficou para a história dos memes, ela diz não ter se tratado de possessão, drogas ou álcool, e sim o "Efeito Palanque". Sobre a repercussão, comentou: "Foi um baque, mas não me arrependo. Uma das coisas que eu crítico na Dilma é que ela não demonstra emoção. O mundo caindo e ela parecendo imperturbável. Eu sou mais intensa".

Leia aqui a íntegra.

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