AGU, que atuou para suspender auxílio emergencial no Amazonas, é contra privilegiar vacinação de 70% em Manaus

“Não há que se falar em atendimento diferenciado diante uma situação onde a pandemia ataca toda nação”, disse a Advocacia-Geral da União (AGU) em manifestação

(Foto: REUTERS / Bruno Kelly)
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247 - A Advocacia-Geral da União (AGU), cuja ação para suspender o prorrogamento do auxílio emergencial no Amazonas foi determinada pelo TRF-1, nesta sexta-feira, 12, se manifestou contra a ação para que o governo federal imunize 70% da população de Manaus (AM) contra a Covid-19, diante da gravidade da pandemia do novo coronavírus na cidade.

 A AGU pediu à Justiça Federal que negue o pedido feito pelas Defensorias Públicas do Estado do Amazonas (DPE-AM) e da União (DPU) com o argumento de que a vacinação coletiva no Amazonas poderia ferir a igualdade entre os estados.

A AGU afirmou na manifestação que o “Governo Federal vem implementado nacionalmente o programa de vacinação ‘dando prioridade ao Amazonas’ e que “não há que se falar em obrigar a União a adquirir novas doses de vacina contra a Covid-19 e usar nos municípios mencionados”.

“Não há que se falar em atendimento diferenciado diante uma situação onde a pandemia ataca toda nação”, disse na manifestação.

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