‘AI-5 de Temer’ deve ser derrubado pelo povo na rua, diz Movimento de Luta por Moradia

A direção nacional do Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM) divulgou nota em que classifica como "AI-5 de Temer" a intervenção militar decretada pelo governo federal na segurança pública do estado do Rio; "Esse governo acabou com as políticas públicas neste país, com a reforma da previdência, com a reforma trabalhista que retoma com o trabalho em regimes análogos à escravidão, o fim do Minha Casa Minha Vida, o fim da regularização fundiária, do programa nacional de saneamento e a PEC do Teto de gastos. Essa é a forma do governo tratar o povo", diz o texto

A direção nacional do Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM) divulgou nota em que classifica como "AI-5 de Temer" a intervenção militar decretada pelo governo federal na segurança pública do estado do Rio; "Esse governo acabou com as políticas públicas neste país, com a reforma da previdência, com a reforma trabalhista que retoma com o trabalho em regimes análogos à escravidão, o fim do Minha Casa Minha Vida, o fim da regularização fundiária, do programa nacional de saneamento e a PEC do Teto de gastos. Essa é a forma do governo tratar o povo", diz o texto
A direção nacional do Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM) divulgou nota em que classifica como "AI-5 de Temer" a intervenção militar decretada pelo governo federal na segurança pública do estado do Rio; "Esse governo acabou com as políticas públicas neste país, com a reforma da previdência, com a reforma trabalhista que retoma com o trabalho em regimes análogos à escravidão, o fim do Minha Casa Minha Vida, o fim da regularização fundiária, do programa nacional de saneamento e a PEC do Teto de gastos. Essa é a forma do governo tratar o povo", diz o texto (Foto: Leonardo Lucena)

Rede Brasil Atual - A direção nacional do Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM) divulgou nota em que classifica como "AI-5 de Temer" a  intervenção militar decretada pelo governo federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. 

"Esse governo acabou com as políticas públicas neste país, com a reforma da previdência, com a reforma trabalhista que retoma com o trabalho em regimes análogos à escravidão, o fim do Minha Casa Minha Vida, o fim da regularização fundiária, do programa nacional de saneamento e a PEC do Teto de gastos. Essa é a forma do governo tratar o povo", destaca o documento.

Para os dirigentes do MNLM, que se solidarizam com o povo do Rio de Janeiro, a intervenção militar é a supressão de direitos com respaldo legal e tem como objetivo coibir as manifestações populares para democracia. "Convocamos o povo brasileiro a tomar as ruas para a derrubada da intervenção". 

Leia o documento, também publicado na RBA:

Manifesto contra intervenção.jpg

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