Ainda manifestando indignação com nomeaçao de Aras, procuradores podem promover boicote a cargos em futura gestão da PGR

Em atos pelo país e em suposta articulação inédita, procuradores de todo o país prosseguem em lamentação diante da nomeação de um procurador-geral de fora da lista tríplice, em referência a Augusto Aras, indicado por Jair Bolsonaro (PSL). Entre as propostas contra Aras, integrantes do Ministério Público Federal têm discutido fazer um boicote aos cargos caso o indicado tenha seu nome referendado pelo Senado.

(Foto: Reprodução/TV Record)

247 -  Em atos pelo país e em suposta articulação inédita, procuradores de todo o país prosseguem em lamentação diante da nomeação de um procurador-geral de fora da lista tríplice, em referência a Augusto Aras, indicado por Jair Bolsonaro (PSL). Entre as propostas contra Aras, integrantes do Ministério Público Federal têm discutido fazer um boicote aos cargos caso o indicado tenha seu nome referendado pelo Senado.

Thiago Lacerda Nobre, procurador-chefe do MPF em São Paulo, no protesto da capital paulista., disse: "há uma mobilização, proposta pela associação de procuradores, com a possibilidade de que nenhum procurador, de qualquer instância, assuma cargos na atual gestão uma vez que ela não se submeteu ao processo democrático de escolha."

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "ele é integrante e ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato paulista. Outros membros do grupo também participaram do ato de São Paulo além de responsáveis por grandes operações do estado, como a Descarte, que prendeu suspeitos de operar repasses a políticos."

A matéria ainda sublinha que "a escolha do novo PGR vinha sendo precedida de uma eleição da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) para definir quem os membros da categoria mais querem no cargo."

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