Alckmin diz que estará junto com DEM

O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, diz estar trabalhando para compor uma aliança com DEM, partido que se aproxima de Ciro Gomes (PDT); com 7% das intenções de voto no último Datafolha e bem atrás de seus principais adversários, Alckmin usou a expressão "virar de ponta cabeça" para definir o que espera que aconteça com as pesquisas eleitorais

Alckmin diz que estará junto com DEM
Alckmin diz que estará junto com DEM (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, diz estar trabalhando para compor uma aliança com DEM, partido que se aproxima de Ciro Gomes (PDT). Com 7% das intenções de voto no último Datafolha e bem atrás de seus principais adversários, Alckmin usou a expressão "virar de ponta cabeça" para definir o que espera que aconteça com as pesquisas eleitorais.

Leia trechos da entrevista que o ex-governador concedeu ao jornal Folha de S. Paulo: 

"Nunca houve uma campanha com tanta fragmentação de pré-candidatos. Há também uma desesperança com a política. Hoje, mais de 60% dos eleitores não têm candidato definido. O que é bom. Mostra que o eleitor estará mais amadurecido. A dez dias da eleição no Tocantins, quem estava em primeiro era o ex-prefeito da capital e, em segundo, uma senadora. Nenhum dos dois foi sequer para o segundo turno. Essa pesquisa vai virar de ponta cabeça. A campanha só vai começar mesmo com o rádio e a televisão, que é 31 de agosto. Vai ser uma campanha curta, de um mês.

(...)

Se depender de mim, estaremos juntos. E já estamos em muito estados. Estamos apoiando os democratas na Bahia, no Pará, no Amapá. É normal que os partidos tenham como objetivo chegar ao poder e ter candidato a cargo executivo. À medida que eles tinham candidato à Presidência, nós não insistimos. A partir do momento que eles disseram que vão escolher outro candidato, estamos trabalhando e queremos estar juntos. Hoje já temos cinco partidos encaminhados para uma aliança, o que nos dará cerca de 20% do tempo no rádio e na TV. Temos um diferencial que é o que fizemos, pois entre o falar e o fazer na política existe um abismo. Como ex-governador (de São Paulo), dá para mostrar o que foi feito."

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