Alckmin suspende agenda de pré-candidatura por causa de greve dos caminhoneiros

O pré-candidato ao Planalto pelo PSDB, Geraldo Alckmin, cancelou sua agenda de pré-campanha em função da greve nacional dos caminhoneiros. Alckmin participaria de eventos nos Estados do Mato Grosso do Sul e Rondônia hoje (25) e amanhã (26); cancelamento das viagens tem como objetivo ajustar o discurso do tucano sobre os desdobramentos da paralisação que afeta o abastecimento em todos os estados do Brasil.

Pré-candidato à Presidência da República (PSDB) 23/05/2018 REUTERS/Adriano Machado
Pré-candidato à Presidência da República (PSDB) 23/05/2018 REUTERS/Adriano Machado (Foto: Paulo Emílio)

247 - O pré-candidato ao Planalto pelo PSDB, Geraldo Alckmin, cancelou sua agenda de pré-campanha para esta sexta-feira (25) e sábado (26) em função da greve nacional dos caminhoneiros. Alckmin participaria de eventos nos Estados do Mato Grosso do Sul e Rondônia. O cancelamento das viagens tem como objetivo ajustar o discurso do tucano sobre os desdobramentos da paralisação que afeta o abastecimento em todos os estados do Brasil.

Segundo parte da cúpula tucana, o movimento não é uma greve, mas um locaute, contando com a participação de empresários que visam obter vantagens e concessões do governo por meio da pressão decorrente da paralisação. Em 1999, o então presidente Fernando Henrique Cardoso, também do PSDB, somente conseguiu contornar um movimento semelhante após ameaçar empregar as Forças Armadas para desobstruir as rodovias e garantir o abastecimento da população.

Alckmin vem condenando a condução da crise pelo governo Michel Temer, mas ao mesmo tempo defende a permanência de Pedro Parente no comando da Petrobras. Desde que assumiu a estatal, Parente implantou uma política de reajustes quase diários dos preços dos combustíveis com base na cotação internacional do petróleo, o que acabou deflagrando o movimento nacional dos caminhoneiros.

 

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