Alencastro aposta que Haddad é plano B de Lula para 2018

O historiador Luiz Felipe de Alencastro, que alterna orientação de estudantes na França com aulas na Fundação Getulio Vargas, diz ver sinais de que o "establishment financeiro" ainda não eliminou a hipótese de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputar como "conciliador", mas acha que seria um risco o PT insistir até o fim num projeto que pode ser barrado pela Justiça; interlocutor de Lula, acha que o petista tem plano alternativo: "O indício [de que será] Haddad já foi feito várias vezes"

O historiador Luiz Felipe de Alencastro, que alterna orientação de estudantes na França com aulas na Fundação Getulio Vargas, diz ver sinais de que o "establishment financeiro" ainda não eliminou a hipótese de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputar como "conciliador", mas acha que seria um risco o PT insistir até o fim num projeto que pode ser barrado pela Justiça; interlocutor de Lula, acha que o petista tem plano alternativo: "O indício [de que será] Haddad já foi feito várias vezes"
O historiador Luiz Felipe de Alencastro, que alterna orientação de estudantes na França com aulas na Fundação Getulio Vargas, diz ver sinais de que o "establishment financeiro" ainda não eliminou a hipótese de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputar como "conciliador", mas acha que seria um risco o PT insistir até o fim num projeto que pode ser barrado pela Justiça; interlocutor de Lula, acha que o petista tem plano alternativo: "O indício [de que será] Haddad já foi feito várias vezes" (Foto: Giuliana Miranda)
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247 - Para o historiador Luiz Felipe de Alencastro, que alterna orientação de estudantes na França com aulas na Fundação Getulio Vargas, o governo Michel Temer promove "um ataque frontal ao Estado de seguridade" - o que ele classifica como golpe - e já vive um "parlamentarismo troncho".

Um modelo que voltou a ser discutido, mas que, na sua visão, destoa da dinâmica política do país. A reflexão é permeada por críticas ao papel que passou a ser exercido pelo Judiciário.

Sobre 2018, diz ver sinais de que o "establishment financeiro" ainda não eliminou a hipótese de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputar como "conciliador", mas acha que seria um risco o PT insistir até o fim num projeto que pode ser barrado pela Justiça. Interlocutor de Lula, acha que o petista tem plano alternativo: "O indício [de que será] Haddad já foi feito várias vezes".

"Se impedirem a eleição, ele [Lula] não estará impedindo de ir em palanque, de falar. Esse é um direito que ninguém perde. A menos que esteja em prisão, precisaria de autorização. Mas os recados podem ser dados antes. Acho que Lula tem uma intuição política e uma experiência muito forte. Ele vai pressentir e, evidentemente, vai avalizar um candidato antes que chegue neste ponto limite. E acho que o indício do [ex-prefeito] Fernando Haddad já foi feito várias vezes."

As informações são de reportagem de Ricardo Mendonça no Valor.

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