Almirante preso chama ex-ministros como testemunha

Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, preso na Operação Lava Jato por suspeita de receber propinas de R$ 4,5 milhões nas obras de Angra3, incluiu em suas testemunhas o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (2004/2006), Nelson Jobim, e o ex-ministro Israel Vargas (Ciência e Tecnologia/1992-1999), governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso

Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, preso na Operação Lava Jato por suspeita de receber propinas de R$ 4,5 milhões nas obras de Angra3, incluiu em suas testemunhas o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (2004/2006), Nelson Jobim, e o ex-ministro Israel Vargas (Ciência e Tecnologia/1992-1999), governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso
Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, preso na Operação Lava Jato por suspeita de receber propinas de R$ 4,5 milhões nas obras de Angra3, incluiu em suas testemunhas o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (2004/2006), Nelson Jobim, e o ex-ministro Israel Vargas (Ciência e Tecnologia/1992-1999), governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso (Foto: Roberta Namour)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O ex-presidente da Eletronuclear, almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, preso na Operação Lava Jato por suspeita de receber propinas de R$ 4,5 milhões nas obras de Angra3, incluiu em suas testemunhas o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (2004/2006), Nelson Jobim. Jobim foi ministro da Defesa (2007/2011) nos governos Lula e Dilma e ministro da Justiça (1995/1997) no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Ele também arrolou o ex-ministro Israel Vargas (Ciência e Tecnologia/1992-1999), governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.

Acusado formalmente de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e embaraço à investigação, ele teria recebido o suborno pela Aratec Engenharia, controlada por ele e por sua filha, Ana Cristina Toniolo, também ré no processo.

Em defesa à denúncia do Ministério Público Federal, os advogados de Othon Luiz sustentaram que o a 13ª Vara Federal é incompetente para processar e julgar a ação e pediram o reconhecimento de impedimento e/ou suspeição do juiz Sérgio Moro.

Leia aqui reportagem de Julia Affonso, Mateus Coutinho e Fausto Macedo sobre o assunto.

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247