Altman: é possível virar o jogo e eleger Haddad

Jornalista Breno Altman defende que o PT precisa angariar votos dos setores pobres e intermediários da sociedade, além de ressaltar a importância de a militância não baixar a cabeça neste momento decisivo, seguindo firme na luta contra o fascismo; "É possível a vitória, mas temos que disputar voto a voto. Este empenho será decisivo", argumenta; assista sua análise na TV 247

Altman: é possível virar o jogo e eleger Haddad
Altman: é possível virar o jogo e eleger Haddad

TV 247 - É possível virar o jogo e eleger Fernando Haddad presidente. Este foi o principal ponto da análise semanal do jornalista Breno Altman à TV 247 nesta semana. Ele defende que o PT precisa angariar votos dos setores pobres e intermediários da sociedade, além de ressaltar a importância de a militância não baixar a cabeça, seguindo firme na luta contra o fascismo. "É possível uma vitória, vamos desconstruir Bolsonaro com argumentos", defende.  

Ao comentar as últimas pesquisas, apontando Bolsonaro distante quase 20 pontos de Haddad, Altman afirma que não há motivo para pânico. "Geralmente quem vence no primeiro turno mantém um crescimento no início do segundo", avalia.

O jornalista ressalta que o ponto principal da campanha é saber se Fernando Hadadd irá conquistar os votos dos pobres e das camadas intermediárias que votam hoje em Bolsonaro, ou que votam em branco ou nulo. "Tentar buscar voto da centro-direita neste momento é um tiro no pé", expõe.

Para ganhar o voto dos pobres e intermediários, acrescenta, é necessário fazer o enfrentamento de projetos econômicos. "Bolsonaro está tentando conquistar essa faixa do eleitorado propondo um aumento no Bolsa Família", esclarece.

"No entanto, temos que reforçar que Bolsonaro é a representação mais autoritária de Temer, mas com o mesmo programa ultraliberal. Não é hora de conversa mole", alerta.

Altman relata que diversos articulistas defenderam, durante a semana, que o PT cedesse às propostas da centro-direita, envolvendo desde a defesa da Lava Jato à política de austeridade. "O apoio a Haddad seria em troca de matar o PT, pois é tudo que a sigla rechaça", observa.

Discorrendo sobre o segundo turno, Altman ressalta que não se pode terceirizar a virada. "Ninguém deve desanimar, temos que fazer a disputa voto a voto, demonstrando, com tranquilidade, fatos e argumentos que desconstroem Bolsonaro, este empenho será decisivo para eleger Haddad", defende. 

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