Alvo da PF, grupo Libra pode ter cancelada negociação bilionária de dívida com a União

Alvo da Operação Skala, que apura irregularidades na edição do chamado decreto dos portos e que levou à prisão amigos e aliados de Michel Temer apontados como operadores do esquema de corrupção no setor portuário, o grupo Libra pode ter o acordo da sua dívida com a União, de mais de R$ 1 bilhão, cancelado; pedido de cancelamento da arbitragem foi feito pela associação dos acionistas minoritários da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp)

Alvo da Operação Skala, que apura irregularidades na edição do chamado decreto dos portos e que levou à prisão amigos e aliados de Michel Temer apontados como operadores do esquema de corrupção no setor portuário, o grupo Libra pode ter o acordo da sua dívida com a União, de mais de R$ 1 bilhão, cancelado; pedido de cancelamento da arbitragem foi feito pela associação dos acionistas minoritários da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp)
Alvo da Operação Skala, que apura irregularidades na edição do chamado decreto dos portos e que levou à prisão amigos e aliados de Michel Temer apontados como operadores do esquema de corrupção no setor portuário, o grupo Libra pode ter o acordo da sua dívida com a União, de mais de R$ 1 bilhão, cancelado; pedido de cancelamento da arbitragem foi feito pela associação dos acionistas minoritários da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Alvo da Operação Skala, que apura irregularidades na edição do chamado decreto dos portos e que levou à prisão amigos e aliados de Michel Temer apontados como operadores do esquema de corrupção no setor portuário, o grupo Libra pode ter o acordo da sua dívida com a União, de mais de R$ 1 bilhão, cancelado. Pedido de cancelamento da arbitragem foi feito pela associação dos acionistas minoritários da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

De acordo com a Polícia Federal, o grupo Libra teria sido uma das empresas beneficiadas pela edição do decreto e em troca teria efetuado o pagamento de propinas a Michel Temer. O pedido de cancelamento do acordo extrajudicial foi protocolado na Procuradoria Geral da República (PGR) e tem como base documentos do Tribunal de Contas da União (TCU), que apontam risco de prejuízos aos cofres públicos e pedem a rescisão do termo de contrato aditivo que permitiu o adensamento de áreas e a renovação dos contratos de operação até 2035.

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