Após acusar o PT em delação, presidente da Camargo ganha a liberdade

Empreiteiro Dalton Avancini teve seu acordo de delação premiada homologado pela Justiça e deixou a prisão nesta segunda-feira 30; ele ficará sob prisão domiciliar em São Paulo e terá de usar tornozeleira eletrônica; ele foi solto após dizer que doações eleitorais da empresa ao PT são "propina", confirmando a tese defendida pelo Ministério Público

Empreiteiro Dalton Avancini teve seu acordo de delação premiada homologado pela Justiça e deixou a prisão nesta segunda-feira 30; ele ficará sob prisão domiciliar em São Paulo e terá de usar tornozeleira eletrônica; ele foi solto após dizer que doações eleitorais da empresa ao PT são "propina", confirmando a tese defendida pelo Ministério Público
Empreiteiro Dalton Avancini teve seu acordo de delação premiada homologado pela Justiça e deixou a prisão nesta segunda-feira 30; ele ficará sob prisão domiciliar em São Paulo e terá de usar tornozeleira eletrônica; ele foi solto após dizer que doações eleitorais da empresa ao PT são "propina", confirmando a tese defendida pelo Ministério Público (Foto: Gisele Federicce)

247 – O presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, deixou a prisão nesta segunda-feira 30 após a Justiça Federal do Paraná ter homologado seu acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato.

Ele é o 14º delator da investigação a ter o acordo homologado pela Justiça. Avancini estava preso desde o dia 14 de novembro e decidiu fazer o acordo em fevereiro. O empreiteiro ficará agora sob prisão domiciliar em São Paulo e será monitorado por tornozeleira eletrônica.

Um dos vice-presidentes da companhia, Eduardo Leite, também estava preso e decidiu fazer o acordo de delação premiada. Ele foi solto na última terça-feira.

Os dois foram soltos após dizerem que doações eleitorais da empresa ao PT são "propina", confirmando a tese defendida pelo Ministério Público.

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