Após cortes no orçamento, MEC tem disponível para investir apenas 38% da verba de 2018

Estudo elaborado pela Instituição Fiscal Independente, órgão de análise ligado ao Senado, aponta que o MEC terá R$ 8,9 bilhões para gastos discricionários ao longo de 2021. Valor, corresponde a menos da metade do registrado em 2018, quando a pasta executou R$ 23,2 bilhões

(Foto: ABr)
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247 - O Ministério da Educação (MEC) terá à sua disposição R$ 8,9 bilhões para gastos discricionários ao longo de 2021. O valor, porém, corresponde a menos da metade do registrado em 2018, um ano antes de Jair Bolsonaro chegar ao poder, quando a pasta executou R$ 23,2 bilhões. Segundo reportagem do jornal O Globo, os valores constam de um estudo elaborado pela Instituição Fiscal Independente, órgão de análise das contas públicas ligado ao Senado. 

No Orçamento deste ano, sancionado há dez dias por Jair Bolsonaro, o MEC foi a pasta que sofreu o segundo maior corte de recursos. Ao todo, os bloqueios somam R$ 2,7 bilhões e os vetos totalizam valores superiores a R$ 1,2 bilhões. O ministério não informou quais despesas deverão ser bloqueadas ao longo do ano. 

Em 2020, a pasta também sofreu com os cortes em decorrência da pandemia de Covid-19, que fechou escolas e obrigou as unidades de ensino a adotarem aulas on-line. De acordo com o Relatório do Todos Pela Educação naquele ano, o gasto em Educação Básica foi o menor registrado durante a década.

No tocante ao “Apoio à Infraestrutura para a Educação Básica”, por exemplo, o valor executado foi 70% inferior que o registrado no exercício anterior, que caiu de R$ 1,8 bilhão para R$ 574 milhões.

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