Após demissão de Mandetta, Bolsonaro diz que economia tem que "voltar à normalidade"

Em pronunciamento ao lado do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, Jair Bolsonaro diz que o coronavírus trouxe uma "máquina de moer empregos". "O que conversei com doutor Nelson é que gradativamente nós vamos reabrir a economia. Já se gastou aproximadamente R$ 600 bilhões e pode chegar a R$ 1 trilhão", afirmou

Jair Bolsonaro e o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, durante pronunciamento no Palácio do Planalto
Jair Bolsonaro e o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, durante pronunciamento no Palácio do Planalto (Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)
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247 - Jair Bolsonaro anunciou na tarde desta quinta-feira, 16, a demissão de Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde, e sua substituição pelo médico oncologista Nelson Teich. 

Em seu discurso, Bolsonaro disse que sempre defendeu a vida e os empregos. "Desde o começo busquei levar mensagem de tranquilidade. Mas o clima quase de terror se instalou no meio da sociedade. Isso não é bom. Uma pessoa que vive no clima de histeria está propensa a adquirir novas doenças ou agravar aquelas que ela já tem", afirmou. 

Bolsonaro disse que o junto com o coronavírus veio uma "verdadeira máquina de moer empregos" e acrescentou que governo se preocupa para que a "volta à normalidade" chegue o mais breve possível. "O que conversei com doutor Nelson é que gradativamente nós vamos reabrir a economia. O governo não tem como manter este auxílio por muito tempo. Já se gastou aproximadamente R$ 600 bilhões e pode chegar a R$ 1 trilhão", afirmou. 

Bolsonaro também criticou indiretamente as ações de prefeitos e governadores que adotaram medidas de isolamento social. "O governo não é uma fonte de socorro eterno. Em nenhum momento fui consultado sobre medidas adotadas por grande parte dos governadores e prefeitos. Sabiam o que estavam. Se porventura exageraram, não botem essa conta nas costas do nosso sofrido povo brasileiro", afirmou. 

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