Após fiança de R$ 1 mi, Ronan Pinto passa a cumprir prisão domiciliar

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu substituir a prisão preventiva do empresário Ronan Maria Pinto por recolhimento noturno domiciliar; ele terá que pagar R$ 1 milhão de fiança e não poderá se comunicar com outros réus da Operação Lava Jato, além de ter que usar tornozeleira eletrônica; a decisão foi tomada por três votos a zero por uma das turmas do tribunal; ele estava preso desde 1º de abril

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu substituir a prisão preventiva do empresário Ronan Maria Pinto por recolhimento noturno domiciliar; ele terá que pagar R$ 1 milhão de fiança e não poderá se comunicar com outros réus da Operação Lava Jato, além de ter que usar tornozeleira eletrônica; a decisão foi tomada por três votos a zero por uma das turmas do tribunal; ele estava preso desde 1º de abril
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu substituir a prisão preventiva do empresário Ronan Maria Pinto por recolhimento noturno domiciliar; ele terá que pagar R$ 1 milhão de fiança e não poderá se comunicar com outros réus da Operação Lava Jato, além de ter que usar tornozeleira eletrônica; a decisão foi tomada por três votos a zero por uma das turmas do tribunal; ele estava preso desde 1º de abril (Foto: Valter Lima)
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247 - O Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu substituir a prisão preventiva do empresário Ronan Maria Pinto por recolhimento noturno domiciliar. Ele terá que pagar R$ 1 milhão de fiança e não poderá se comunicar com outros réus da Operação Lava Jato. A decisão foi tomada por três votos a zero por uma das turmas do tribunal. 

Ele terá de usar tornozeleira eletrônica, comparecer em Juízo a cada três meses e ficar recluso em sua residência nos finais de semana e à noite.

Ronan foi preso no dia 1º abril na 27ª fase da operação por suposto envolvimento em desvios de recursos. Ele é suspeito de ser o beneficiário final de um empréstimo que o grupo Schahin concedeu ao pecuarista José Carlos Bumlai em troca de um contrato bilionário com a Petrobras para operar um navio-sonda.

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