Após tarifaço em combustíveis, supermercados anunciam aumento no preço de alimentos

De acordo com estimativa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), o frete deve subir entre 2,5% a 4% em média; já a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), afirmou, que "esse acréscimo no valor dos combustíveis terá reflexo em toda a cadeia de abastecimento e irá penalizar todos os setores da sociedade"

Na foto Geral no Local.
Materia sobre Preço do Tomate.
Editoria de Economia.
Local: Supermercado Leve St Universitario.
05/11/2013
Foto: Danilo Bueno
Na foto Geral no Local. Materia sobre Preço do Tomate. Editoria de Economia. Local: Supermercado Leve St Universitario. 05/11/2013 Foto: Danilo Bueno (Foto: Charles Nisz)

247 - Com o aumento dos tributos sobre os combustíveis com acréscimos de R$ 0,41 por litro de gasolina e R$ 0,21 por litro de diesel anunciado pelo governo na última quinta-feira (20), os preços dos alimentos devem subir nas gôndolas dos supermercados. O supermercados deverão repassar os custos do aumento do frete rodoviário. 

De acordo com estimativa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), o frete deve subir entre 2,5% a 4% em média. Essa é a maior alta já registrada pela Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística). Tal aumento deve maior impacto sobre itens que são transportados por grandes distâncias. Todos eles são produtos de cesta básica - arroz, feijão, farinha, água, ovos, frutas, verduras, entre outros.

Em nota, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), afirmou, que "esse acréscimo no valor dos combustíveis terá reflexo em toda a cadeia de abastecimento e irá penalizar todos os setores da sociedade". Já o Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), o impacto do aumento do frete pode ser pequeno, pois os distribuidores poderão não repassar o aumento para não perder vendas.

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