Araújo nega que ataques contra China tenham afetado relação, que ele considera "boa e construtiva"

O chanceler acumula ofensas ao maior parceiro comercial do Brasil. Ele nega que os ataques constantes possam impactar a relação com o país, cuja vacina, a CoronaVac, é uma das únicas esperanças dos brasileiros

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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247 - O chanceler Ernesto Araújo, que coleciona ataques à China e prejudica enormemente a relação do Brasil com seu maior parceiro comercial, tentou salvar sua imagem na manhã desta segunda-feira (01). 

Araújo nega que os ataques, que vêm desde declarações sobre um suposto 'tecno-totalitarismo' até negacionismo sobre a CoronaVac, tenham resultado em uma piora das relações. 

"Existe uma diferença muito grande em certas narrativas e a realidade. Algumas correntes têm interesse em dizer que tem uma relação ruim (entre Brasil e China). A realidade é que é uma boa relação, construtiva, com foco muito grande em comércio, exportações cresceram (...) Não temos problema nenhum de natureza política, diplomática na questão dos insumos para vacinas", disse o chanceler brasileiro à Jovem Pan, conforme reportado no Uol.

O próprio governo já admitiu que as asneiras de Araújo impactaram as negociações pela CoronaVac e por insumos para sua produção em solo nacional.

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